07/10/2015 19:15 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:53 -02

Como me tornei participante de um reality show com Antônio Tabet e Felipe Andreoli

O locutor avisa: "uma turma do barulho disputando uma corrida maluca e aprontando muitas confusões". Poderia ser a descrição de mais um clássico das comédias da Sessão da Tarde, mas foi o que eu tinha entendido de um audacioso projeto jornalístico para o qual estavam me convidando. Será que topo?

Renato Pizzutto/Estúdio ABC

O locutor avisa: "uma turma do barulho disputando uma corrida maluca e aprontando muitas confusões". Poderia ser a descrição de mais um clássico das comédias da Sessão da Tarde, mas foi o que eu tinha entendido de um audacioso projeto jornalístico para o qual estavam me convidando.

Confesso que no começo achei bem estranho. Na verdade, a única razão que me parecia justa para o chamado é que o projeto era do universo automobilístico, e que seria produzido para marcar o lançamento de um novo carro esportivo no Brasil. E só isso sabia.

Olha... Teve mesmo tudo a ver com minha carreira. Afinal, antes mesmo de me formar na USP, já escrevia sobre isso e agora já dá contar quase 20 anos de cobertura dos esportes a motor em diversos jornais que trabalhei, como o JT e a Folha. Ao longo dos anos fui me tornando especialista em automobilismo e publiquei também na Quatro Rodas e na VIP, sempre falando sobre F-1, cursos de pilotagem, test drives e etc.

Mas eu num reality show?! Como seria?!

Aqui, um rápido parênteses: o mais próximo do formato que já fiquei nos últimos tempos foi quando cheguei na sala de TV lá de casa e minha mulher estava vendo Masterchef. E isso deve ter dado uns 15 segundos.

Nada contra, que fique claro! Sem julgamentos. Só não é meu tipo de programa favorito. Em compensação, você acordaria às 4h da manhã em pleno domingo para ver uma corrida que já sabe quem vai ganhar? Pois é, este sou eu.

Só que a proposta era tentadora demais. Curioso como todo bom jornalista, queria muito saber como seria uma semana participando destas gravações, no melhor estilo Big Brother. E ainda poder contar esta história depois - que, aliás, é o que farei por aqui no Brasil Post pelas próximas semanas.

No Sandero R.S. Race, além de dois jornalistas (eu e a Vanessa), os time tem dois grandes fãs da marca Renault, dois ex-pilotos de F-1 - Tarso Marques e Antonio Pizzonia, caras nota 10, que já conhecia de coberturas esportivas - e dois comunicadores que dispensam apresentações: Antonio Tabet e Felipe Andreoli.

Ainda em reuniões no prédio da editora Abril em São Paulo, brinquei que seria bom estar no time do Andreoli. Já corremos de kart juntos em um evento para a imprensa esportiva. E ele comeu poeira na ocasião, claro. Mal aí contar isso, Felipe! Esqueci que agora somo do mesmo time.

LEIA MAIS: Conheça as equipes da websérie

TEST DRIVE: O Sandero R.S. é mesmo um carro esportivo?!

E fato é que o entrosamento foi imediato, bem como a chegada do Tarso (outro doido de pedra, assim como eu e o Andreoli) e o Murilo na minha equipe. Ele, à propósito, é na verdade a grande estrela deste reality. Afinal, dependendo de como nosso time for nas provas, é ele quem ganha um Renault Sandero R.S. zero km!

Equipe R: Andreoli, Marques, eu e Murilo

Pois é! Quem diria que, depois de quase 20 anos como jornalista e tentar sumir o máximo dos holofotes, eu estaria agora do outro lado da câmera - e participando de um reality show.

Todos terão seus 15 minutos de fama, certo? Pois eu tinha certeza que minha cota tinha parado nos 4 minutos em que eu pilotei um F-1 na França. Sim, andei em um Lotus Renault na pista de Paul Ricard e escrevi uma reportagem para uma revista da editora Abril. Foi certamente o dia mais divertido de minha vida como jornalista!

O que eu não ainda sabia é que na Sandero R.S. Race outros dias muito engraçados estariam por vir. Fiquem ligados! Pra saber um pouco do que vai rolar na websérie, assista abaixo um trailer do que vem por aí.

Assista a todos os episódios no site da Renault.