OPINIÃO
16/08/2014 14:02 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:45 -02

Testei <em>Diablo III: Ultimate Evil Edition</em>. Confira as primeiras impressões

Reprodução

Fui convidado para testar o Diablo III: Ultimate Evil Edition, que chega ao mercado brasileiro no dia 19 de agosto por R$ 100 para PlayStation 3 e Xbox 360, e por R$ 200 para PlayStation 4 e Xbox One. O pacotão de expansão da Blizzard traz uma nova profissão para as cinco existentes: O Crusader. Além deste personagem poderoso com morningstar e martelo, você ainda pode ser Barbarian, Demon Hunter, Monk, Witch Doctor ou Wizard.

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A Blizzard permitiu que eu jogasse o game por vinte minutos. Jogamos com uma Wizard nível 60, congelando adversários, entre mortos-vivos e demônios, além de usar teletransporte e triplicar nossa personagem. O poder dela de congelamento é muito útil para trabalho em equipe. Mas o espetáculo só se concretizou quando controlamos o Crusader, um personagem bem forte. Seu cavalo e suas armas variadas permitem boas sequências de golpes nos inimigos.

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Para evitar o roubo de itens dropados pelos inimigos, jogados no chão, o jogo permite que cada inimigo deixe objetos somente para o player que o eliminar. Ou seja, jogando em dupla, o game é justo e não permite roubos nas batalhas.

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A melhor novidade do jogo, na minha opinião, é a migração de personagens entre as plataformas. Ou seja, você pode evoluir seu personagem no game do PS3 e levá-lo ao PS4. Infelizmente não será possível cruzar os dados entre plataformas. Ou seja, seu personagem não poderá ir do PS3 para o Xbox One e nem do Xbox 360 para o PS4.

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Eu não jogo muito Diablo. Joguei mais o primeiro e olhe lá. Mas os comandos continuam muito intuitivos. Para quem gosta de RPG e prefere games mais simples do que a franquia Final Fantasy, é uma boa escolha. Os fãs de jogos de combates mais ativos também vão curtir. Os cenários tem um nível de detalhamento alto. Os inimigos não morrem de maneira simples, mas sofrem bastante no processo, incluindo os zumbis com só parte do corpo à mostra.

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Os personagens evoluem até o nível 70, novidade que já estava disponível na expansão Reaper of Souls, lançada no dia 21 de agosto de 2013. Como jogamos já no nível 60, tínhamos boa parte dos poderes. Essa situação não é a mesma de personagens mais novatos.

Gostei do jogo. Recomendo para quem acha StarCraft II muito difícil como jogo de estratégia ou para quem não quer entrar no MMORPG de World of Warcraft, na internet. O game não é casual, mas é simples o suficiente para que qualquer pessoa aprenda rápido os comandos. É um bom passatempo para quem gosta de aventura medieval em dupla, online e offline.

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E você, o que acha sobre a saga Diablo? Gostou deste terceiro jogo? Ele demorou pra sair em comparação com Diablo II? Comente.

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