OPINIÃO
06/03/2015 17:07 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:12 -02

O que vi e ouvi na coletiva da Xuxa

Existe uma máxima no jornalismo que fala que o bom repórter nunca pode aparecer mais que a sua história ou pode ser a história. Minha ideia quando me credenciei como imprensa para a coletiva de apresentação da Xuxa, hoje, na Record era tão somente vê-la (gosto muito), mas também captar a reação das pessoas quanto a sua chegada na emissora, querendo ou não os críticos, era um momento histórico, não?

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Qualquer brasileiro conhece ao menos um pouco da história da loira: 29 anos de Rede Globo, ex-namorada do Pelé, mãe da Sasha, dona de um patrimônio incalculável e de uma legião de fãs apaixonados. Xuxa não precisa provar nada para ninguém, seu nome é sinônimo de sucesso há mais de 2 décadas. Nos acostumamos com ela na TV e ela com os nossos olhares a sua volta.

Bom, lá estava eu, então, mais para observar do que perguntar. Mais ouvir e ver, do que ser visto. E o que eu vi foi uma emissora emocionada (todos os funcionários transpareciam isso) por uma grande contratação estar chegando e fazendo parte de seu casting. Se há muito a "Rainha dos Baixinhos" não era sinônimo de grande audiência, seu carisma, talento e prestígio compensam vários pontos.

"De novo eu acho que não vamos ter nada hoje, mas vale pelo registro histórico de estar aqui. De fazer parte" escutei isso de um colega repórter. "Acho que é um dos momentos mais importantes da TV nos últimos anos", disse outra.

Junte-se a isso o jornalistas emocionados e que tentaram fazer "selfies" com a loira e ainda os fãs (carinhosamente chamados de "seguidores" pela Xuxa) entoando gritos de guerra "A rainha voltou / A rainha voltou" e músicas clássicas como "Lua de Cristal" e "Ilariê".

Vida longa e próspera, e que mais movimentos como esse aconteçam... valorizamos assim o mercado e todos os trabalhadores envolvidos. :)