COMPORTAMENTO
06/04/2019 02:00 -03

11 histórias bem estranhas sobre 'como perdi minha virgindade'

E você achando que sua primeira transa foi ruim...

Megan Madden / Refinery29 for Getty Images via Getty Images
Pedimos a homens e mulheres que compartilhassem o momento mais desajeitado da primeira vez que fizeram sexo.

A primeira vez que fazemos sexo na vida quase sempre é uma decepção. Você não sabe manusear a camisinha ou subestima a importância do lubrificante. Ou talvez a outra pessoa fique parada e passiva o tempo todo e a transa não dure mais que dez segundos.

Você é uma tábula rasa em matéria de sexo – tudo pode dar errado. A seguir, humoristas, artistas e outras pessoas divertidas na web compartilham as coisas mais engraçadas que marcaram sua primeira vez.

Uma ajudinha de Adam Sandler 

“Eu tinha 16 anos de idade e não sabia nada sobre pornografia, nada sobre sexo. Estava no porão da casa da mãe do meu namorado. Usamos a manteiga corporal da mãe dele, com perfume de morango, como lubrificante (pelo bem de sua saúde genital, não experimente isso em casa!). ‘Lunch Lady Land’, de Adam Sandler, estava tocando na rádio. Você já tentou ter o primeiro orgasmo não solo de sua vida ouvindo a letra ‘Sloppy Joe. Slop-Sloppy Joe’? Garanto que não ajuda.” ― Kyra Kane, apresentadora do podcast Sex Work BB.

Erro de identidade

“Eu era estudante universitária e estava decidida a perder minha virgindade, então agarrei um cara numa festa e comecei a trocar carícias com ele. Fomos ao quarto dele, perdi meu cabaço, beleza, missão cumprida. Ao sair do quarto dele na manhã seguinte, percebi que eu não fazia ideia do nome dele. Usei o diretório do campus para aquele prédio para tentar descobrir seu nome. Ele dividia o quarto com outro cara, então chutei qual dos dois tinha sido.

Acabei contando às minhas amigas que eu tinha transado com o cara errado. Fui corrigida quando a namorada do colega de quarto do cara me confrontou, depois de ouvir pela rede de fofocas da faculdade que eu tinha feito sexo com o namorado dela. Expliquei, ela e eu demos umas gargalhadas e somos amigas no Facebook até hoje.” ― Allison Mick, humorista, Oakland, Califórnia.

Improvisando o lubrificante

“Há aulas na escola que dão às pessoas hétero uma ideia mais ou menos de como as coisas devem funcionar, mas existem algumas diferenças cruciais entre sexo hétero e sexo gay, especialmente quando você se prepara para o que vai acontecer. Sendo a pessoa superinteligente que sou, optei por só fazer uma refeição leve no café da manhã, porque estava totalmente decidido a fazer sexo aquela noite.

Quando estávamos ali, na hora H, fiquei tão frustrada porque não estava funcionando, principalmente devido à ausência de lubrificante, UMA COISA IMPORTANTE SOBRE A QUAL NINGUÉM TE AVISA ANTES. Mais uma vez, sendo eu a pessoa inteligente que sou, além de ex-escoteiro, eu sei improvisar, então cuspe virou a segunda melhor opção. Apesar dos percalços no caminho, foi uma experiência que deu certo e me ensinou que sou capaz de dar conta de qualquer proeza que apareça pela frente.” ― Miss Toto, drag queen de Miami, Flórida.

Os óculos de sol ficam

“Meu primo mais velho me deixou usar o apartamento dele e deixou um óculos Ray-Ban em cima da mesinha de canto com um bilhete dizendo ‘leve o óculos se você fizer, deixe aqui se não fizer’. Sendo eu jovem e burrinho, achei que ele queria que eu usasse o óculos enquanto estava transando. Eu queria me lembrar de mais coisas sobre aquela noite, mas a verdade é que não consegui enxergar muita coisa.” ― Daniel Tirado, humorista, Nova York

O escorregão 

“Pensei que minha primeira vez seria romântica. Era essa a minha fantasia desde que eu descobrira o que significava ‘a primeira vez’. Foi divertido, principalmente: os beijinhos básicos gostosinhos, as carícias suaves, as preliminares tipo classificação 12 anos. Mas o ‘grand finale’ não foi tão grandioso assim: depois de várias tentativas de entrar, o cotovelo dele escorregou e ele mergulhou para dentro de mim com tudo, e foi então que ouvi meu hímen se romper. Fez um barulhinho, ‘pop’. Gelei. Gritei: ‘VOCÊ OUVIU ISSO, VOCÊ ACABOU DE RASGAR MEU HÍMEN!’. Basta dizer que paramos pouco depois disso.”― Georgette Olaiya, co-apresentadora da podcast Just The Tip

O incidente com os Cheetos

“Minha primeira vez foi uma daquelas histórias sórdidas de noite de baile de formatura, envolvendo intrigas, nojo e ser flagrado num trailer depois de vomitar no colo do cara. Foi minha noite de formatura do colegial numa cidade no meio do nada no Texas. Meu namorado e eu fomos ao baile de formatura em um grupo, mas saímos cedo para ir a uma festa na beira de uma piscina. Ali eu consumi Sprite e Cheetos até não poder mais. Resolvemos pegar o carro e ir até o camping no trailer dos pais dele para virar homens juntos.

As coisas estavam indo superbem até que aqueles Cheetos resolveram que não queriam continuar no meu estômago. Vomitei no colo do meu namorado. Ele foi se lavar. Ainda não queríamos desistir, então continuamos até que, de repente, um holofote nos iluminou pela janela e ouvimos a sirene de um carro de polícia. Pelo alto-falante ouvimos a ordem: ‘Saiam do camping!’. Fomos embora, tomamos banho e mais tarde naquela noite fizemos sexo pela primeira vez, uma primeira transa comum, tipo ruim. Mas nunca mais pus um Cheetos na boca.” ― Meatball, drag queen. Los Angeles, Califórnia

Uma playlist incômoda

“Estava tocando ‘Sex and Candy’, de Marcy Playground, na rádio. Ela riu, mas não sei se foi pela ironia da canção. Hoje, toda vez que ouço essa música penso em balinhas Skittles e decepção.”― Jamie Arrington, humorista, Hattiesburg, Mississippi 

A discórdia do absorvente interno

“Na noite que perdi minha virgindade eu estava usando absorvente interno, mas esqueci completamente disso porque estávamos bebendo. Quando o loser muito mais velho com quem resolvi transar tentou colocar seu pênis dentro de mim ele disse ‘espera aí, você está usando tampão?’

Ri na cara dele, era uma coisa maluca para me perguntar na minha primeira vez. Falei ‘não, eca, é claro que não’. Ele tentou de novo e repetiu ‘acho que você está com um absorvente interno sim’, então rolei os olhos e falei ‘de jeito nenhum’ – e então senti o absorvente interno. Arranquei aquilo de mim como quem arranca uma rolha de uma garrafa de vinho (tinto, obviamente), joguei para o outro lado do quarto como se tivesse tirado uma espada da bainha e a jogado contra meu pior inimigo. Nenhum de nós dois gozou e a gente não se falou mais desde aquele dia.”― Lili Michelle, humorista, Nova York

Virgem “experiente”

“No final do segundo ano da faculdade eu estava saindo com uma garota, mas ainda era virgem. Eu tinha vergonha de minha inexperiência, então resolvi guardar esse segredinho só para mim. Uma noite as coisas estava esquentando e resolvemos ir até o fim. Essa primeira vez pode ser descrita como tendo sido ‘fugaz’. Foram apenas duas metidas. Ela desvendou meu segredo, não sei como, porque me perguntou imediatamente: ‘Espere aí, você é virgem?’ Respondi a verdade: ‘Não mais’.” ― Cam Poter, comediante e co-apresentador da podcast Sex Talk With My Mom podcast

Os DVDs continuam  

“Eu era teen e estava na China passando o verão entre o ensino secundário e a faculdade. Minha primeira vez com com outro turista, ao ar livre, numa obra em construção à noite, porque nenhum de nós dois tinha um quarto que pudesse usar. Uma hora antes eu tinha comprado uma coleção inteira de DVDs de Martin Scorsese por tipo US$7, um ótimo negócio. Seja como for, passei a maior parte do tempo segurando a caixa de DVDs de Scorsese porque não queria que ela ficasse arranhada. Acabei colocando a caixa no chão, mas bem do meu ladinho. Eu não queria perder aqueles DVDs.” ―  Dan Perlman, humorista, Nova York 

Assunto de família 

“Perdi minha virgindade aos 24 anos de idade (passei a maior parte da vida como nerd com quem ninguém queria transar) com uma irlandesa baixinha, fortinha e loira chamada Patty, depois que nos conhecemos no backstage de um show do U2. Fomos transar no quarto dos pais dela, porque ela falou ‘prefiro fazer sexo numa cama de casal’. Eu estava com tanto tesão acumulado depois de tantos anos que eu teria topado tudo, até fazer sexo no trem suburbano no horário do rush da manhã, em cima do cadáver de um sem-teto. O lugar era a menor das minhas preocupações – ou pelo menos foi o que pensei. Entramos no quarto do casal, e enquanto ela tirava a roupa eu observei fotos de família espalhadas por todo lado: férias em família na Disney, cruzeiros em família no Caribe, festa de aniversário no  Chucky Cheese. Pense nisso. Maldito Chucky Cheese.” ― Allan Fuk, comediante e co-apresentador do The Week In Sex and Judges of History 

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.

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