ENTRETENIMENTO
05/08/2020 10:50 -03

Diretor de 'Toy Story 3' responde uma questão mórbida sobre o clássico da Pixar

Nem todo brinquedo tem um final feliz.

No final de Toy Story 3 (2010), os espectadores do mundo todo ficaram traumatizados quando seus brinquedos favoritos deslizaram em direção a um incinerador e quase foram destruídos. Eles foram salvos no último segundo, mas o que teria acontecido se não tivessem sido assim? Eles teriam morrido? Seus espíritos teriam ido para o grande (infinito e) além?

Bem, esse “debate destruidor de infâncias” se tornou viral na última semana, com um usuário do Twitter se perguntando se os brinquedos de Toy Story poderiam realmente morrer.

Minha namorada e eu estamos tendo uma grande discussão. Eu acho que os brinquedos de Toy Story são imortais e ela acha que eles podem morrer.

Usuários do Twitter abordaram o assunto de todos os ângulos. Uma pessoa argumentou que os brinquedos são “imortais”, mas não “invencíveis”, outra disse que os brinquedos não podem morrer uma “morte definitiva”, e outra sugeriu que se você “cortasse a cabeça de um boneco e ela fosse parar em um lugar  onde ninguém poderia colocá-la de volta, o brinquedo morreria.

Então, qual é a verdade? Lee Unkrich, diretor de Toy Story 3, entrou no debate e ofereceu sua própria resposta.

Unkrich disse que os brinquedos “vivem enquanto existirem”. No entanto, se eles fossem “totalmente destruídos”, seria “fim de jogo”.

Caramba, Woody! Lembra quando você só precisava se preocupar com uma cobra em sua bota?

Embora Woody, Buzz e a gangue evitem o destino final em Toy Story 3, pelo menos uma edição do filme não terminou assim. Anteriormente, Unkrich e o escritor e diretor de Viva - A Vida é uma Festa (2017), Adrian Molina, que era um dos artistas de storyboard em Toy Story 3, nos falaram sobre uma versão do filme em que os brinquedos não escapavam do incinerador.

Felizmente, essa edição foi feita como uma piada, e não foi - como Unkrich poderia dizer (talvez na voz de Jigsaw da franquia Jogos Mortais) - “fim de jogo”.

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.