Setembro Amarelo o Ano Todo: O episódio 18 do podcast Tamo Junto

Recebemos Amanda Ramalho, do podcast Esquizofrenoias, para falar de quarentena, terapia, suicídio, empatia, tabus, depressão entre outros temas relacionados com a saúde mental.

Todo ano milhões de pessoas são impactadas pelo Setembro Amarelo. Monumentos recebem a cor amarela, eventos artísticos e esportivos são realizados para lembrar a data; debates, palestras, reportagens e entrevistas acontecem para falar sobre a prevenção do suicídio. A campanha é muito importante, mas como continuar falando de saúde mental o ano todo?

Este é o tema do podcast do Tamo Junto desta semana. Conversamos com a Amanda Ramalho, jornalista, radialista, ela trata sobre o tema da saúde mental o ano todo em um dos podcasts mais ouvidos no Brasil, o Esquizofrenoias.

Amanda nos contou sobre como descobriu que tinha depressão, como buscou tratamento num tempo em que o acesso, os tabus e o estigma relacionados com a doença eram muito maiores do que são hoje.

Também falamos do “isolamento social eterno” que estamos vivendo por causa do novo coronavírus, os tabus relacionados à adesão da terapia, sobre como tratar do assunto suicídio de maneira adequada, a importância de tomar remédios prescritos adequadamente, entre outros assuntos relacionados com a saúde mental.

No final, ela ainda nos contou sobre os próximos passos do seu projeto Esquizofrenoias, que deve virar livro, série de vídeos e neste mês de setembro terá edições especiais do podcast por causa do Setembro Amarelo.

Ouça o Tamo Junto no Spotify, na Deezer, no Google Podcasts e na Apple Podcasts. Deixei seu comentário, dúvida, crítica ou elogio e sugestão de quais temas e convidados você gostaria de ouvir nas próximas edições.

Se você precisar de ajuda agora, peça ajuda. O CVV atende por telefone, chat, e-mail e carta, anote os contatos:

Caso você ou alguém que você conheça precise de ajuda, ligue para o número 188. Ele é gratuito, funciona de qualquer celular ou número fixo.

Você também pode conversar por escrito, por chat ou por e-mail. Veja os caminhos no site cvv.org.br.

Se o seu atendimento não for urgente, você pode enviar uma carta para um posto de atendimento, veja o endereço da sua cidade neste link.

Todos os atendimentos acontecem 24 horas por dia, 7 dias por semana, e são feitos de forma anônima, você não precisa nem falar seu nome para os voluntários caso não queira.

O Centro de Valorização da Vida foi fundado em São Paulo em 1962 como uma associação civil sem fins lucrativos e em 1973 foi reconhecido como Utilidade Pública Federal.

A instituição presta serviço voluntário e gratuito e é muito conhecida por trabalhar com prevenção ao suicídio, mas seu foco é no apoio emocional. São cerca de 3.400 voluntários de 24 estados que realizam por volta de 250 mil atendimentos por mês.