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16/11/2019 14:14 -03 | Atualizado 16/11/2019 14:37 -03

10 vezes em que o ministro da Educação de Jair Bolsonaro polemizou nas redes sociais

Abraham Weintraub chamou de "infâmia" a Proclamação da República e agrediu internauta em post apagado em seguida.

Adriano Machado / Reuters
Brazil's Education Minister Abraham Weintraub attends a session at the plenary of the Chamber of Deputies in Brasilia, Brazil May 15, 2019. REUTERS/Adriano Machado

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, é conhecido como um dos que mais polemiza em suas redes sociais. Ele costuma dizer que suas contas são privadas e, assuntos institucionais devem ser procurados na páginas do MEC. Esta sexta-feira, 15 de novembro, feriado nacional devido à Proclamação da República não fugiu à regra. Em 11 posts, o ministro fez elogios à Monarquia e monarquistas, e questionou as comemorações da Proclamação da República.

“Não estou defendendo que voltemos à Monarquia mas… O que diabos estamos comemorando hoje?”, disse e seguiu, afirmando que a proclamação foi uma “infâmia” contra o então imperador D. Pedro II, a quem classificou como um dos melhores governantes da história. Mais tarde, publicou uma imagem do Duque de Caxias e, logo mais, defendeu o fim da “doutrinação e mentiras”. 

Um dos comentários gerou enorme repercussão nas redes. Uma internauta disse que, no caso da volta do regime monárquico, o ministro seria o “bobo da corte”. Abraham Weintraub respondeu, chamando a mãe da seguidora de ”égua sarnenta e desdentada”. O comentário e a resposta foram apagados. 

Reprodução Twitter
Comentário sobre a post de Abraham Weintraub e resposta do ministro.

Veja outros posts em que Abraham foi, senão polêmico, no mínimo pouco educado para um ministro da Educação. Ele assumiu o MEC, em 8 de abril deste ano: 

 

1. Paulo Freire é um dos alvos preferenciais

 2. Só não ganha da imprensa

3. Ou do ex-presidente Lula

4. Abraham não perdeu, claro, a oportunidade de falar sobre os funcionários da liderança do PT da Câmara que ganharam na Mega-Sena 

5. Quem não adere às propostas do governo, é criticado por ele

6. Manifestantes são tratados com desrespeito

7. Ironiza o que chama de “liturgia do cargo”

8. E debocha da forma como ele próprio trata as pessoas

9. Usa a cadelinha, Capitu, para ironizar questões do governo

10. O primeiro grande viral foi a cena com o guarda-chuva