ENTRETENIMENTO
06/10/2019 12:14 -03

O recado de Pink no Rock in Rio e o pedido de casamento gay no show

"Crescer como um garoto gay em uma cidade pequena não foi fácil. Me sentia esquisito, e a sua música fez eu me conectar com outras pessoas", disse o fã.

Mauricio Santana via Getty Images
Em outro momento marcante, a cantora usou um vídeo para falar de temas como bullying, preconceito e intolerância. “Eu tenho de acreditar que mudar é possível”, disse.

Após quase vinte anos de carreira e três Grammys conquistados, Pink deixou sua marca no Rock in Rio neste sábado (5). Além de impressionar pela técnica, a cantora exibiu trechos de protestos e ícones de diferentes causas, como Black Lives Matter, aquecimento global e direitos LGBT, além de presenciar um pedido de casamento.

No meio da apresentação, um fã se declarou para o namorado, com a benção de Pink. “Crescer como um garoto gay em uma cidade pequena não foi fácil. Eu me sentia como um esquisito, e a sua música fez eu me conectar com outras pessoas”, disse.

“E eu conheci o Gabriel. E nos tornamos amigos, então nos tornamos melhores amigos, e então namorados. E hoje, dez anos depois, eu acho que é hora de tomar o próximo passo. Eu te amo tanto. Mesmo que essa mulher tenha feito pelo menos 30 músicas nos avisando sobre casamento, eu ainda quero tentar se for com você. Quer casar comigo?”, pediu o fã.

Após o pedido, Pink brincou: “Parabéns. Os primeiros 20 anos são os mais difíceis” e emendou um “eu amo o amor”,  ao voltar ao palco.

A cantora decidiu encerrar a turnê “Beautiful Trauma Tour” no Brasil. O show no Rio foi o penúltimo, antes da despedida em Austin, nos EUA. A turnê rendeu US$ 397,3 milhões e está na décima posição na lista de turnês com maiores bilheterias da história.

A apresentação começou com a cantora pendurada  em um lustre enorme e rosa para cantar “Get This Party Started” e terminou com um voo sob o palco em “So What”.

E impactou o público.

Em outro momento marcante, a cantora usou um vídeo para falar de temas como bullying, preconceito e intolerância. “Eu tenho de acreditar que mudar é possível”, disse.