ENTRETENIMENTO
10/05/2019 08:08 -03

As 10 mães mais marcantes do cinema

Fortes, carinhosas, imperfeitas, provedoras, sofredoras… A figura das mães já gerou personagens inesquecíveis na telona.

Divulgação/Montagem
Val, Ripley, Mamma Roma, Sra. Dumbo, elas podem ser muito diferentes, mas dividem um amor que só uma mãe conhece.

Assim na vida como na arte, mães são personagens incríveis e complexas. Elas experimentam uma amor diferente, que só quem é mãe pode compreender, mas também têm de enfrentar situações conflitantes e conviver com a eterna preocupação com a segurança de seus filhos.

No cinema há milhares de mães inesquecíveis, mas algumas delas deixaram uma marca tão forte nas telas que sempre acabamos lembrando delas em datas como o Dia das Mães. Aliás, uma bela desculpa para você curtir um filme juntinho com sua mãe.

Por isso, selecionamos aqui as 10 mães mais marcantes da história do cinema.

  • Dora, de "Central do Brasil" (1998)
    Dora, de
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    Como disse a famosa apresentadora americana Oprah Winfrey, os laços biológicos são os que menos importam na formação de uma grande mãe. E é exatamente isso que mostra Dora (Fernanda Montenegro). E olha que a personagem não é lá uma das pessoas mais legais do mundo. Mas sua relação com Josué (Vinícius de Oliveira) vai crescendo a tal ponto que ela vai descobrindo uma sensibilidade materna que nem sabia que tinha.
  • Sra. Jumbo, de "Dumbo" (1941)
    Sra. Jumbo, de
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    Para uma mãe, seu filho é a coisa mais linda e importante do mundo, e ela vai defendê-lo com unhas e dentes. Assim como faz a Sra. Jumbo nessa clássica animação da Disney que ganhou uma versão live-action neste ano. O filme de Tim Burton tem seus momentos, mas é no desenho que podemos sentir todo amor dessa mãe pelo fofinho Dumbo. A cena dele balançando aconchegado em sua tromba enquanto ela está presa em um vagão de trem isolado é de fazer chorar até os corações mais peludos do mundo.
  • Ellen Ripley, de "Aliens - O Resgate" (1986)
    Ellen Ripley, de
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    Imagine ficar 57 anos congelada e depois de acordar descobrir que sua filha pequena já cresceu e morreu aos 66 anos de idade? Ellen Ripley (Sigourney Weaver) mal pôde lamentar a perda da filha com quem pouco conviveu e tem de resgatar a pequena Newt (Carrie Henn) perdida e sozinha em um planeta lotado de xenomorfos. Nada que assuste Ripley, que decide não perder sua nova "filha" e para tal enfrenta até uma assustadora e gigantesca mamãe xenomorfa, transformando a singela frase "Get away from her, you bitch!" em um ícone da ficção científica no cinema.
  • Val, de "Que Horas ela Volta?" (2015)
    Val, de
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    A figura da mãe tem suas contradições. Que o diga Val (Regina Casé), que deixou sua filha Jéssica (Camila Márdila) no interior de Pernambuco e partiu para São Paulo, para trabalhar como doméstica e poder sustentá-la. Até o dia em que Jéssica vai à capital paulista para prestar vestibular e confronta sua mãe, que parece mais mãe do filho de sua patroa do que dela. Mas mesmo com todos os conflitos, Val mostra que em coração de mãe cabe todo mundo.
  • Maria, de "A Noviça Rebelde" (1965)
    Maria, de
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    Quando foi contratada para tomar conta dos 7 filhos do rígido capitão Von Trapp (Christopher Plummer), a jovem noviça Maria (Julie Andrews) mal sabia que estava fazendo um estágio para o emprego mais difícil do mundo: ser mãe. E olha que ela se sai bem! Mas não foi nada fácil. Entre rodopios na montanha, ela aprende que ser mãe é realmente padecer no paraíso. Mas, nesse caso, com muita cantoria.
  • Mildred Pierce, de "Alma em Suplício" (1945)
    Mildred Pierce, de
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    Lembra da Rachel (Regina Duarte) e sua intragável filha Maria de Fátima (Glória Pires), de Vale Tudo? Depois de ver Alma em Suplício você vai reconhecer de onde saiu a trama da famosa novela da Globo. Aqui, Mildred Pierce (Joan Crawford) perde tudo com a morte de seu primeiro marido. Ela vai à luta e rala muito para sustentar suas filhas, mas a mimada Veda (Ann Blyth) culpa sua mãe pela queda de status social de sua família. Só mãe mesmo para amar o mais insuportável e mal agradecido dos filhos.
  • Sofia, de "A Escolha de Sofia" (1982)
    Sofia, de
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    A escolha da sofrida Sofia Zawistowska (Meryl Streep) é o maior pesadelo que uma mãe pode passar na vida. Tanto que o título do filme virou até uma expressão para representar uma escolha impossível de se fazer. A personagem é a representação do lado sombrio do papel de uma mãe, que é o de nunca mais se importar apenas consigo mesma.
  • Mamma Roma, de "Mamma Roma" (1962)
    Mamma Roma, de
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    Mais um exemplo de mãe que come o pão que o diabo amassou por um filho ingrato. Mamma Roma (Anna Magnani) faz de tudo para apagar seu passado, quando teve de se prostituir para sustentar seu filho Ettore (Ettore Garofolo). Já na meia-idade, ela larga a atividade estigmatizada para poder ficar com seu filho, agora um adolescente. Mas a única coisa que ele quer é vadiar pela rua com seus amigos arruaceiros.
  • Sarah Connor, de "O Exterminador do Futuro 2" (1991)
    Sarah Connor, de
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    Na franquia Exterminador do Futuro há duas Sarah Connor. A do primeiro filme era uma mulher normal e que nada podia fazer contra andróide que a perseguia. Já no segundo… Depois de ser mãe, Sarah muda completamente. Tudo bem que todo mundo acha que ela é maluca e a internaram em um manicômio, mas ela não quis saber, virou uma guerreira badass pronta para chutar a bunda de quem ameaçar seu filho — até a do Schwarzenegger.
  • Rusty, de "Marcas do Destino" (1985)
    Rusty, de
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    Ok, Rusty (Cher) pode não ser uma das pessoas mais perfeitas do mundo, mas quando se trata de seu filho Rocky (Eric Stolz), que sofre com uma rara deformação no rosto, ela faz de tudo para protegê-lo de nosso mundo cruel. Mesmo sofrendo com o vício em drogas, ela ensina seu filho a encarar o preconceito e a solidão com muito carinho.