OPINIÃO
23/06/2019 09:06 -03 | Atualizado 23/06/2019 09:06 -03

Parada LGBT: 4 lugares no Centro de São Paulo que você não pode deixar de conhecer

O centro é o lugar da diversidade. Veja nossa lista de lugares para aproveitar a cidade antes e depois da parada.

A Parada do Orgulho LGBT 2019 vai trazer milhões de pessoas para celebrar a diversidade na Avenida Paulista neste domingo (23). Mas as celebrações não precisam ficar restritas à Parada, não é? O Centro de São Paulo, por sua mistura de pessoas de todas as origens étnicas, sociais e de gênero, é o lugar ideal para cada um se expressar como quiser, sem medo do julgamento alheio. Separamos aqui quatro lugares que você não pode deixar de conhecer. Seja LGBT ou não. Afinal, diversidade é isso.

Baixo Augusta

Faz tempo que a Rua Augusta, no trecho entre a Paulista e o Centro, deixou de ser ponto de michês na rua para virar ponto de baladas. No trecho mais próximo da Avenida Paulista a rua é dominada por restaurantes e bares – além do Espaço Itaú de Cinema. No trecho mais próximo ao Centro, o número de restaurantes é menor e, tarde da noite, as calçadas estreitas são dominadas pelas filas de entrada nas baladas. Uma noite na região pode seguir o sentido inverso da numeração: começar nos bares  e restaurantes mais próximo da Paulista e descer até chegar nas baladas perto do Centro. Não é um ponto LGBT, mas é variado o suficiente para que ninguém se sinta excluído do rolê.

Divulgação/A Vida no Centro
Rolê no Arouche agita LGBTs.

 Largo do Arouche

Este é um ponto tradicional da comunidade LGBT de São Paulo, especialmente à noite. Nos últimos anos, ficou mais variado, com opções para frequentar durante o dia também. Há novas baladas, como o Sputnik, também bares, como o Barouche, e brechós descolados, como o Colméia. Veja aqui uma lista completa dos lugares. A dois quarteirões dali, na Rua Bento Freitas, 290, fica o Metropol, bar LGBT friendly.

Divulgação/A Vida no Centro
Vieira de Carvalho é point de gays.

Avenida Vieira de Carvalho

Este sim é um ponto LGBT, especialmente masculino. São vários bares com perfis variados, no trecho mais próximo à Praça da República. Nos fins de semana, a balada acontece principalmente na rua, em frente aos bares. Este texto aqui explica a diferença e o perfil de cada bar.

Divulgação/A Vida no Centro
Galeria Metrópole já foi mais badalado que shopping.

Galeria Metrópole

Com uma arquitetura incrível – especialmente o jardim interno –, a Galeria Metrópole foi construída nos anos 1960 como o centro de compras mais luxuoso da cidade, mas logo entrou em decadência, com a inauguração dos shopping centers. Nos últimos anos, começou a receber escritórios de arquitetura, oficinas e lojas de design e, claro, bares. O corredor do segundo andar, do lado esquerdo de que sobe a escada, virou uma grande balada, com o Feijão do Norte, com comida nordestina, música variada e mesa de sinuca; o Satisfatto, com seus hambúrgueres deliciosos; o Mandíbula, com suas baladas; a livraria e ponto cultural Tapera Taperá, onde, além de comprar livros, você pode assistir a ótimos debates e palestras; e o Bar da Tapera, em frente, para ajudar a molhar as palavras. E ainda tem um café e uma loja/bar de vinhos no terceiro piso. O único senão é que a galeria fecha cedo: à meia-noite de segunda a sexta e 18h no sábado.

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