COMIDA
25/07/2019 01:00 -03 | Atualizado 25/07/2019 08:41 -03

7 curiosidades sobre a Bloomin' Onion, a cebola gigante do Outback

Apesar de trazer o tema do deserto australiano, a rede foi criada em Tampa, na Flórida, Estados Unidos em 1988. Desde então, a cebola é líder de vendas.

Quando você pensa em Outback, a primeira coisa que vem à mente certamente é a Bloomin’ Onion, aquela deliciosa cebola gigante.

O carro-chefe da rede de comida australiana foi criado justamente com o intuito de ser marcante para os consumidores, sejam eles americanos ou brasileiros. “Criamos a cebola há 30 anos para ser um aperitivos icônico”, contou a diretora de Marketing do Outback Steakhouse, Renata Lamarco, ao HuffPost. 

Apesar de trazer o tema do deserto australiano, a rede foi criada em Tampa, na Flórida, Estados Unidos, em 1988. Desde então, a cebola é líder de vendas, inclusive no Brasil. Veja algumas curiosidades sobre ela: 

A cebola foi inspirada em uma flor do deserto australiano.

Ogdum via Getty Images
Waratah é a flor que inspirou a apresentação da cebola gigante.

“Com toda a temática do restaurante, [os criadores da cebola] pensaram em algo que remetesse à Austrália”, conta Lamarco.

Em busca por inspiração, os americanos encontraram uma flor chamada Waratah, que muito se assemelha com a cebola da rede. Com cores avermelhadas, a flor tem cerca de 10 cm de diâmetro e floresce na Austrália nos meses de setembro e novembro.

As cebolas gigantes são cultivadas apenas na Espanha e no Chile.

“Você não vai encontrar no Brasil uma plantação de cebolas gigantes”, afirmou a executiva do Outback. 

Os “cebolões” são produzidos apenas na Espanha e no Chile e são exportados aos montes para o Brasil. A justificativa é que as cebolas gigantes se adaptam melhor ao clima frio e aos dias mais curtos, temperaturas que se enquadram perfeitamente no inverno desses países. “O inverno, com noites longas e dias curtos, é exatamente o clima para crescer daquele tamanho.”

Elas precisam ter, no mínimo, 10 cm de diâmetro para serem consideradas “Bloomin’”.

Trazidas in natura ao Brasil, as cebolas ainda passam por um rigoroso processo de seleção. A rede tem um aro de 10 centímetros e as cebolas que virarão Bloomin’ não podem passar por ele. As que passam são desclassificadas para virarem aperitivos e são usadas em molhos e outras receitas da casa.

As cebolas eram cortadas manualmente por décadas.

Divulgação

Antes de serem empanadas, fritas e servidas aos consumidores, as cebolas eram delicadamente cortadas à mão pelos cozinheiros da rede. Tudo mudou há pouco tempo, quando a marca inventou uma máquina que corta automaticamente a cebola em menos de um minuto. A máquina foi tão bem recebida pelos funcionários da casa que a apelidaram de “glória”. 

A Bloomin’ tem um mix de 17 temperos guardados a ‘sete chaves’.

O gostinho especial da cebola não é facilmente replicado nas receitas de internet. Isso porque existem 17 temperos que são incorporados à farinha. Muitos deles, garante a diretora de Marketing do Outback, nem existem no Brasil ― todos eles já vêm misturados em pacotinhos prontos para serem usados. Ninguém sabe ao certo o que tem lá dentro e suas devidas quantidades.

Apenas o Kitchen Manager do restaurante pode preparar a cebola.

O segredo em torno da Bloomin’ é tão grande que apenas o kitchen manager (gerente de cozinha) de cada restaurante é encarregado de manusear e preparar a cebola. Diariamente, só ele é autorizado a juntar o mix de temperos e empanar a cebola gigante, que depois será frita antes de ser servida. 

A receita não muda desde sua chegada ao Brasil, há 22 anos.

ablokhin via Getty Images

“Já virou parte do imaginário, todo mundo sabe como é a Bloomin’ Onion”, resumiu Renata Lamarco ao HuffPost.

Não por menos que a cebola é a mais vendida da casa há muitos anos. A diretora assegura que a fórmula continua a mesma desde que o aperitivo começou a ser vendido no Brasil, com a abertura da casa há 22 anos. 

Hmmmmm... Deu fome do cebolão?