OPINIÃO
15/09/2015 12:32 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02

Vai faltar um programa para unir todas as tribos como foi o #MasterChefBR

Nesta terça-feira, quando os jurados escolherem o vencedor ficaremos órfãos, com as terças-feiras livres (o que eu fazia antes a essa hora?), sem um novo momento para assistir TV com um monte de gente. E não me venha falar de futebol, novelas, programas de humor, programa da Xuxa ou outro evento.

Terça-feira aqui em casa é sagrado. É dia de sentar em frente à TV e assistir ao #MasterChefBR, com o celular na mão acompanhando a timeline do Twitter. Na casa de milhões de pessoas é a mesma coisa. Eu não conheço todo mundo, mas sei que é assim, pois estamos tuitando em tempo real sobre a segunda temporada do programa.

Estamos nessa há 18 semanas, desde o dia 19 de maio, com esse compromisso. Nessas noites, o Twitter se transforma em uma grande sala com um monte de gente reunida.

Juntos, ficamos comovidos com a saída da empregada doméstica Iranete no meio da temporada. Não gostamos de perceber que a eliminação da Aritana iria demorar. Comemoramos quando foi embora o insuportável Fernando, aquele cara talentoso, porém com temperamento que NINGUÉM gostaria de conviver. Morremos de tristeza com a saída da talentosíssima e fofa Jiang. E estamos até agora tentando entender qual o verdadeiro papel da Ana Paula Padrão na atração.

E principalmente, nos deixamos levar pelo carisma dos chefs jurados e seus personagens (você acha que eles têm a mesma postura em seus restaurantes?). O tipo durão que o chef Henrique Fogaça aparenta ser, a argentina exigente e de belos olhares Paola Carosella e o francês rígido e extremamente carismático Erick Jacquin.

Esse envolvimento também é graças a ótimos roteiro e edição, características de um bom programa de TV. Além disso, gastronomia é um tema universal e interessante a todo mundo, seja para falar da comida caseira da sua mãe aos pratos pomposos de restaurantes chiques. É conhecimento e desejo no mesmo assunto.

Nesta terça-feira, quando os jurados escolherem o vencedor ficaremos órfãos, com as terças-feiras livres (o que eu fazia antes a essa hora?), sem um novo momento para assistir TV com um monte de gente. E não me venha falar de futebol, novelas, programas de humor, programa da Xuxa ou outro evento. Esses atrações mobilizam milhares de pessoas todos os dias e semanas na internet, mas públicos específicos. Tenho a impressão de que todos esses assistiram também ao #MasterChefBR.

Os números comprovam: 274 milhões de impressões desde a estreia, toda semana no primeiro lugar dos Trending Topics mundial, muitos minutos em primeiro lugar no Ibope tradicional da TV.

Dinho Ouro Preto disse um dia que falta uma banda para unir todas as tribos como foi o Norvana. O #MasterChefBR é o Norvana do Twitter.

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