profile image

Renata Martins

Filmmaker

Cineasta formada pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduada em Linguagens da Arte pela USP. Em 2010 dirigiu e roteirizou o curta-metragem Aquém das Nuvens, que foi exibido em mais de dez países e premiado no Festival Unasur na Argentina, assim como, venceu o concurso TALTV – Televisão da América Latina em 2014.

Renata é uma das roteiristas da premiada série Pedro & Bianca, ganhadora do Emmy Internacional Kids Awards 2013, na categoria Melhor Série InfantoJuvenil, e do Prix Jeunesse Iberoamericano 2013 e Internacional em 2014 na categoria “ficção para o público de 12 a 15 anos”.

De 2013 a 2014 atuou como diretora audiovisual na Cia os Crespos onde dirigiu e produziu os vídeos cenários dos espetáculos: Engravidei Pari Cavalos e Cartas a Madame Satã ou me desespero sem notícias suas. Coordenou o desenvolvimento da série televisiva ficcional Rua Nove e compôs a equipe de criação no desenvolvimento da série Lulina e a Lua, do estúdio Teremin e Coordenada por Gabriella Mancini, da Conspiração Filmes. O projeto da série infantil foi selecionado para o festival Annecy 2015. É criadora dos projetos “Empoderadas” e Blábláobá, websérie documental e um webprograma voltado para valorização das mulheres negras.
Conheça a primeira mulher negra que fez história no cinema

Conheça a primeira mulher negra que fez história no cinema nacional

Neste mês de março, Adélia Sampaio foi celebrada ao batizar uma categoria do Festival Palmares de Cinema, o FepalCine. A categoria "Adélia Sampaio" foi pensada para refletir as questões étnico-raciais enfrentadas pela comunidade negra no Brasil, em especial com recorte de gênero, seja pelo conteúdo ou por terem sido dirigidas e/ou roteirizadas por mulheres negras. <strong>Ou seja, visa tirar da invisibilidade o rico trabalho de jovens mulheres negras. </strong>
09/03/2016 20:29 -03
O Brasil invisível ou

O Brasil invisível ou invisibilizado?

No último dia 11, o Auditório do Ibirapuera protagonizou um dos eventos mais criativos dos últimos anos, como o próprio nome diz: Prêmio Movimentos Criativos.
24/12/2015 10:46 -02
O racismo como licença para

O racismo como licença para matar

Racismo, racismo, racismo, racismo. Esta não é só uma palavra, é uma licença para matar. Ela vem banhada de sangue e estrutura às relações sociais.
01/12/2015 18:56 -02