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Michele Müller

Jornalista especialista em neurociências e neuropsicologia

Michele Müller é jornalista com especialização em neurociências e neuropsicologia. Escreve para publicações nacionais das áreas de saúde mental e psicologia. Pesquisa e desenvolve estratégias de fluência na leitura e compreensão de textos.

O site dela é: http://www.michelemuller.com.br 

Crianças precisam de mais jogos e brincadeiras e menos tempo em sala de Image by J. Parsons via Getty Images

Crianças precisam de mais jogos e brincadeiras e menos tempo em sala de aula

Mais que receber informações, crianças precisam aprender a controlar seus impulsos e sua atenção. Precisam dividir e esperar a vez do outro; resolver conflitos sociais; lidar com frustrações e derrotas; sentir-se valorizadas e parte de uma equipe; praticar o equilíbrio, coordenação motora e agilidade física. Não é na carteira escolar que essas habilidades se desenvolvem. É na quadra esportiva, na sala de dança e nas salas de arte.
17/02/2016 11:20 -02
Caminhar faz bem para o Alamy

Caminhar faz bem para o cérebro

Esse ato tão simples e natural é uma das mais eficazes formas de evitar danos físicos e cognitivos trazidos pelo Parkinson e outras doenças mentais.
09/06/2015 17:58 -03
Como a maternidade modifica o Hey Paul Studios/Flickr

Como a maternidade modifica o cérebro

Sob o ponto de vista neurocientífico, a maternidade se parece muito com a paixão romântica e com o vício em drogas. Os receptores de ocitocina estão espalhados no cérebro, em regiões também ricas em dopamina - o neurotransmissor ligado ao prazer e recompensa. Assim, a atividade cerebral de uma mãe quando cuida de seu bebê é semelhante a de alguém em contato com o objeto de seu vício ou de um apaixonando ao ver o rosto de seu companheiro. Para garantir a sobrevivência da espécie, a natureza criou esses circuitos de recompensa que fazem com as exigências vindas com o bebê sejam supridas com prazer.
04/05/2015 19:57 -03
Alfabetização precoce é perda de Getty Images/Flickr RF

Alfabetização precoce é perda de tempo

Em vez de forçar um cérebro ainda imaturo a relacionar letras a sons, poderiam estar exercitando a linguagem oral e suas habilidades metalinguísticas e, assim, familiarizando-se com a complexidade das construções sintáticas que seu idioma oferece. Muito mais importante que começar cedo é relacionar a leitura a algo agradável e prazeroso e não a um desafio penoso.
07/04/2015 19:37 -03