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Mariana Mazzini

Graduated with a law degree from University of São Paulo

Formada em Direito pela USP. Embora sempre insista que não é advogada. E que do Largo de São Francisco também saíram muitos escritores(as), poetas e atores(as). Embora também não seja nada disso. Mas dizer isso e escrever de quando em quando também alivia a rotina. Por ofício, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Ministério do Planejamento e doutoranda em Administração Pública pela FGV, o que torna a paixão por política parte do cotidiano. Feminista, antes de tudo, e apaixonada pelas cidades.
A pornografia como professora e a distância da

A pornografia como professora e a distância da realidade

Há um intenso debate no feminismo sobre a pornografia.Muitas mulheres argumentam que os filmes pornográficos banalizam a violência contra as mulheres. "Objetificam" o corpo feminino. "Exotizam" mulheres e homens negros. E transformam o sexo entre lésbicas em uma performance feita para agradar homens heterossexuais. Outras, que há uma dose de moralismo nesse posicionamento.
19/07/2016 12:15 -03
Qual o lugar das mulheres na

Qual o lugar das mulheres na política?

É inegável a urgência de aumentar a representação feminina nos espaços de poder no Brasil. E não só das mulheres, mas dos(as) negros(as), indígenas, jovens e diversos outros grupos que representam a pluralidade da nossa sociedade.
05/05/2016 19:04 -03
Lute como uma menina: Mas lugar de menina é na

Lute como uma menina: Mas lugar de menina é na política?

O menino é pai do homem, diria Machado de Assis. O menino tem, portanto, um lugar bastante específico (e, com alguma frequência, tem também um tutor). Seu lugar é o de aprendiz da arte da política. Uma vez iniciado, ninguém mais o chama de menino. Ele ganha um kit: direito a um nome e a opiniões. A menina, não. Gênero e idade combinam-se como queijo e goiabada na tapioca, de forma muito amarga.
14/03/2016 16:46 -03
Precisamos falar sobre a ideia que criamos da morte e como isso nos

Precisamos falar sobre a ideia que criamos da morte e como isso nos afeta

Estranhamente, essa discussão, que me parece tão central para nossa compreensão de vida e morte, e que está (ou esteve) em discussão em todas as famílias que eu conheço, não está nas nossas conversas do cotidiano. Será que não deveríamos estar debatendo intensamente esta questão?
13/01/2016 19:31 -02
Manifesto pela refundação da beleza das

Manifesto pela refundação da beleza das coisas

Poderíamos gritar palavras de ordem como "não quero saber de lirismo que não seja libertação", usar máscaras de Amélie e erguer cartazes com as nossas letras de músicas favoritas.
22/10/2015 15:45 -02
Os cinco sentidos do machismo e do

Os cinco sentidos do machismo e do racismo

A minha teoria consiste, basicamente, em acreditar que os preconceitos implicam uma experiência sensorial própria. Eles entram pelos sete buracos das nossas cabeças, como se pudéssemos ser racistas ou sexistas com os nossos cinco sentidos.
11/09/2015 18:44 -03
HIpólita: o amor para as mulheres que vivem em territórios

HIpólita: o amor para as mulheres que vivem em territórios proibidos

Hipólita decidiu que seu ingresso no território proibido das guerras e aventuras também teria seu rito de renascimento. Munida de uma adaga, extirpou um de seus seios. Nesse dia, nasceu Hipólita, a rainha das amazonas. E morreu a outra Hipólita, a que ela havia sido destinada a ser.
12/08/2015 15:23 -03