OPINIÃO
09/05/2014 15:58 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:36 -02

9 coisas sobre o HuffPost que sei hoje que gostaria de saber quando começamos

Hoje é o nono aniversário do lançamento de The Huffington Post. Há tanto a comemorar, tanto que superou meus sonhos mais loucos -- em 2005 eu não sonhava com mais de 90 milhões de visitantes únicos por mês, mais de 60 verticais, mais de 50 mil blogueiros, mais de 300 milhões de comentários, edições internacionais de dois dígitos, uma rede de streaming ao vivo que mudou o jogo da mídia e uma parede cheia de prêmios. Olhando para trás, porém, há algumas coisas que eu sei hoje que gostaria de ter sabido na época. Para marcar nosso nono aniversário, aqui vão nove delas.

Hoje é o nono aniversário do lançamento de The Huffington Post. Há tanto a comemorar, tanto que superou meus sonhos mais loucos -- em 2005 eu não sonhava com mais de 90 milhões de visitantes únicos por mês, mais de 60 verticais, mais de 50 mil blogueiros, mais de 300 milhões de comentários, edições internacionais de dois dígitos, uma rede de streaming ao vivo que mudou o jogo da mídia e uma parede cheia de prêmios.

Olhando para trás, porém, há algumas coisas que eu sei hoje que gostaria de ter sabido na época. Para marcar nosso nono aniversário, aqui vão nove delas:

  1. Que WTF, LOL, CMS, FTW, ICYMI, meme, selfie, compartilhar, curtir e RT se tornariam partes tão essenciais do meu vocabulário de trabalho cotidiano. Eu também gostaria que soubesse pronunciar corretamente "gif" (na verdade ainda não sei).
  2. Que eu acabaria assistindo a mais vídeos no meu telefone do que na minha TV (e, falando em TV, teria sido bom saber que Lost ficaria tão estranho; que Os Sopranos acabaria de modo tão desagradável; que o Casamento Vermelho seria assim, digamos, vermelho; e que aquela doce e pequena Hannah Montana se transformaria em uma bola de demolição que segura a pélvis).
  3. Que Tom DeLay (aka "O Martelo"), sobre quem escrevi meu primeiro post no blog do HuffPost, passaria de ser o homem mais temido em House a um dançarino de quadrilha reluzente no Texas disputando Dançando com as Estrelas, que deixou a competição depois de sofrer fraturas em ambos os pés.
  4. Que o HuffPost Divorce teria tamanho sucesso. Nora Ephron, que o sugeriu, tinha razão quando disse: "O casamento vem e vai, mas o divórcio é para sempre." Se eu tivesse sabido, teríamos começado nossa seção sobre finais de relações muito mais cedo.
  5. Que nove anos depois de nosso lançamento os americanos continuariam voltando para casa do Afeganistão em sacos e que continuaríamos pagando um preço pelas mentiras que nos meteram no Iraque e nos mantiveram lá por uma década. Nós guardamos nossa promessa de acompanhar essas histórias; e apenas gostaria que elas tivessem durado muito menos.
  6. Que Twitter, Vine e Instagram -- nenhum dos quais existia quando começamos -- se tornariam uma parte tão importante na minha vida de trabalho cotidiano. É claro que se eu soubesse disso teríamos lançado Twitter, Vine e Instagram nós mesmos!
  7. Que NapQuest 1 e NapQuest 2 -- as salas de cochilo do HuffPost -- seriam tão populares... certamente poderíamos tê-las usado durante os primeiros anos. Elas poderiam até ter me ajudado a evitar, dois anos depois de nosso lançamento, minha caída de ficha quando desabei de exaustão, o que me pôs no caminho para compreender a importância vital de desligar e recarregar -- para mim mesma, para todos os membros do HuffPost e para nossos leitores.
  8. Que eu precisaria saber como dizer HuffPost em francês, italiano, espanhol, alemão, japonês, português, coreano -- e com sotaque britânico e canadense -- para me comunicar melhor com nossos muitos editores internacionais. Ainda tenho tempo antes de nos lançarmos na Índia, no Oriente Médio e na Grécia de acertar o nome em hindi e árabe (felizmente sou bem rápida em grego).
  9. Que o HuffPost sempre seria uma obra em progresso, mesmo enquanto crescemos de um punhado de pessoas trabalhando em minha casa em Los Angeles para uma companhia de mídia internacional com mais de 700 pessoas em todo o mundo -- e que nunca haveria um momento em que poderíamos colocar um laço em volta dele e dizer: "Este é o HuffPost".

Feliz aniversário, HuffPost! E que venham muitos, muitos mais!