Opinião

Estimular a curiosidade crítica é tarefa fundamental da educação

Para Paulo Freire, quando se analisa a diferença entre a ingenuidade e a criticidade, entre os saberes da experiência cotidiana e os conhecimentos científicos, observa-se que não há propriamente uma ruptura entre essas duas formas de conhecimento. Mas uma superação.
Ilustração Paulo Freire para EaD do IPF
Ilustração Paulo Freire para EaD do IPF

Para Paulo Freire, quando se analisa a diferença entre a ingenuidade e a criticidade, entre os saberes da experiência cotidiana e os conhecimentos científicos, observa-se que não há propriamente uma ruptura entre essas duas formas de conhecimento. Mas uma superação.

Isso ocorre na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, se torna mais e mais crítica através da educação.

E ao se tornar uma curiosidade epistemológica - ou seja, capaz de refletir sobre a natureza, as etapas e os limites do conhecimento - essa curiosidade se torna rigorosa em termos metodológicos e conquista as condições para uma compreensão mais ampla da realidade.

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