OPINIÃO
28/07/2015 16:26 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:53 -02

Estimular a curiosidade crítica é tarefa fundamental da educação

paulicasantos/Flickr
Ilustração Paulo Freire para EaD do IPF

Para Paulo Freire, quando se analisa a diferença entre a ingenuidade e a criticidade, entre os saberes da experiência cotidiana e os conhecimentos científicos, observa-se que não há propriamente uma ruptura entre essas duas formas de conhecimento. Mas uma superação.

Isso ocorre na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, se torna mais e mais crítica através da educação.

E ao se tornar uma curiosidade epistemológica - ou seja, capaz de refletir sobre a natureza, as etapas e os limites do conhecimento - essa curiosidade se torna rigorosa em termos metodológicos e conquista as condições para uma compreensão mais ampla da realidade.

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