POLÍTICA
17/10/2018 07:47 -03 | Atualizado 17/10/2018 07:47 -03

Os atletas que votam em Jair Bolsonaro no 2º turno

Candidato do PSL à Presidência da República tem uma boa legião de eleitores no meio esportivo.

Líder nas pesquisas eleitorais na briga com Fernando Haddad (PT) para assumir a Presidência da República no 2º turno das eleições 2018, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem boa parte de seu eleitorado no meio esportivo.

São muitos os atletas, a grande maioria do futebol, que já declararam abertamente o voto no capitão reformado do Exército, tanto em entrevistas quanto em postagens nas redes sociais.

Felipe Melo, meio-campista do Palmeiras, Jadson, jogador que defende as cores do Corinthians, e o lutador de MMA José Aldo, ex-campeão do UFC, estão entre os principais cabos eleitorais de Bolsonaro no esporte.

Felipe Melo (jogador do Palmeiras)

HuffPost Brasil
Felipe Melo declarou apoio a Bolsonaro antes mesmo de o candidato formalizar corrida à presidência.

Felipe Melo, meio-campista do Palmeiras, nunca escondeu sua admiração por Jair Bolsonaro. O jogador chegou até a ser criticado por declarar apoio ao candidato do PSL à Presidência.

Jadson (jogador do Corinthians)

Getty Images
Jadson já declarou apoio a Bolsonaro nas redes sociais.

O meio-campista Jadson, cérebro do Corinthians, é outro que não esconde sua admiração por Bolsonaro. "Briga pelos valores da família e, para mim, isso é fundamental."

Roger (jogador do Corinthians)

Divulgação
Roger, atacante do Corinthians, declarou apoio a Bolsonaro.

Companheiro de clube de Jadson, o atacante Roger também tem sintonia com o 10 corintiano nas urnas e votará no candidato do PSL para a Presidência da República.

Lucas (jogador do Tottenham-ING)

James Williamson - AMA via Getty Images
Lucas, ex-jogador do São Paulo, está do lado de Bolsonaro.

"Antes de ser um jogador de futebol, sou um cidadão e tenho o direito de me posicionar sobre o que acontece no meu País", disse Lucas, após declarar apoio a Bolsonaro e ser criticado nas redes.

Ronaldinho Gaúcho

O "Rei do Drible", hoje aposentado, declarou abertamente o voto em Bolsonaro, com direito a uma camiseta alusiva à da Seleção com o número 17 nas costas.

Cafu (ex-jogador de futebol)

Michael Regan - FIFA via Getty Images
Capitão da Seleção Brasileira na conquista da Copa do Mundo de 2002, Cafu sempre foi engajado em causas sociais.

Engajado em causas sociais desde que homenageou o Jardim Irene ao levantar a taça de campeão do mundo de 2002, Cafu também é do "time Bolsonaro" em 2018.

Edmundo (ex-jogador de futebol)

Divulgação
Edmundo, comentarista da Fox Sports, votará em Bolsonaro.

Ex-jogador de Vasco e Palmeiras, Edmundo votou em Bolsonaro no 1º turno e no filho do capitão, Flávio, que acabou sendo eleito senador pelo Rio de Janeiro.

Falcão (jogador de futsal)

Divulgação
Falcão, ídolo do futsal, é do time Bolsonaro

Falcão, ídolo do futsal brasileiro, declarou apoio a Bolsonaro em uma série de publicações no Instagram e é mais um no time do candidato.

José Aldo (lutador de MMA)

Mike Roach/Zuffa LLC via Getty Images
José Aldo espera que Bolsonaro seja eleito presidente em 2018.

Ex-campeão do UFC, José Aldo chegou até a gravar um vídeo de apoio a Bolsonaro antes do 1º turno das eleições.

Royce Gracie (lutador de jiu-jitsu)

Divulgação
"Queria deixar uma mensagem de apoio ao nosso futuro presidente. Força capitão!"

Royce Gracie, lenda dos octógonos e tatames do Brasil, deixou mensagem de apoio a Jair Bolsonaro logo após o candidato ser esfaqueado, dia 6 de setembro, durante campanha em Minas Gerais.

Wanderlei Silva (lutador de MMA)


Dave Kotinsky via Getty Images
Wanderlei Silva é do mesmo time de Royce Gracie e José Aldo quando o assunto é voto.

Mais um nome de peso do mundo das lutas que apoia Bolsonaro é Wanderlei Silva, que fez história no UFC e no Bellator.

Wallace e Maurício (jogadores da seleção brasileira de vôlei)

Divulgação
Atletas da seleção de vôlei, Wallace e Maurício fazem o número 17 com as mãos.

A dupla apareceu em postagens oficiais da Confederação Brasileira de Vôlei fazendo o número 17 com as mãos em alusão ao candidato à Presidência, mas, diante da repercussão, as fotos foram apagadas das redes sociais.