COMPORTAMENTO
04/09/2018 14:34 -03 | Atualizado 04/09/2018 14:35 -03

Como você viveria se tivesse medo de sorrir?

Para milhões de brasileiros, sorrir é um momento de descontração e felicidade. Mas, para outros milhares, pode ser sinônimo de estresse e de vergonha.

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Quantas vezes por dia você sorri? Talvez centenas, milhares de vezes? Difícil contar, porque sorrir é praticamente um ato involuntário. Um papo descontraído, um elogio, uma piada, um olhar de empatia, uma comida gostosa, tudo isso instiga nosso rosto a se expressar por meio de um sorriso, às vezes, até uma gargalhada daquelas que fazem doer o abdômen!

Para milhões de brasileiros, sorrir é um momento de descontração e felicidade. Mas, para outros milhares, pode ser sinônimo de estresse e de vergonha. Isso mesmo, há pessoas com medo e vergonha de sorrir. Hoje, o Brasil tem 39 milhões1 de pessoas que usam próteses dentárias – parciais ou totais. É pouco menos de um quinto da população total. Para parte delas, sorrir com uma nova dentadura pode significar liberdade e felicidade após uma longa jornada de perda de dentes; para outros, significa isolamento, estigma ou a dor do envelhecimento.

Mas por que tantos brasileiros têm perda de dentes? A resposta rápida poderia ser: higiene ou até mesmo o envelhecimento. Na verdade, os fatores são bem mais diversos. Para se ter uma ideia, uma em cada cinco pessoas usuárias de próteses dentárias tem entre 25 e 44 anos1. Eles podem ter chegado à essa condição por conta de um acidente ou uma doença – seja ela bucal ou não. Outros fatores que contribuem para um índice tão alto são estruturais, como falta de informação, mau cuidado da saúde oral ou mesmo falta de acesso a um dentista qualificado. Há também pessoas que foram atendidas com técnicas ultrapassadas, e tinham seus dentes arrancados como solução para qualquer problema.

Independentemente das causas, a perda de dentes e o uso de dentaduras pode ter um impacto considerável na autoestima e na confiança das pessoas. Os tabus em torno do tema instalam uma cultura de silêncio que pode ocasionar isolamento e falta de convívio social. É preciso abrir espaço para o diálogo, o acolhimento e, principalmente, a discussão sobre soluções que devolvam a segurança e a confiança de aproveitar a vida ao máximo.

Para abrir esse diálogo, Corega encomendou a pesquisa "Percepções latino-americanas sobre perdas de dentes e autoconfiança", realizada em junho de 2018, pela Edelman Insights, em quatro países: Brasil, Argentina, Colômbia e México. Seus resultados apontaram que as relações sociais e pessoais, a autopercepção, a autoestima e a qualidade de vida são muito impactadas pela perda de dentes entre os brasileiros.

O estudo apontou, por exemplo, que 42% não vivem a vida ao máximo após a perda de dentes; 54% se sentem menos seguros para sorrir ou gargalhar em público; 34% se sentem menos confiantes em si mesmos; e 38% revelam ter menos confiança em sua aparência para ir a uma entrevista de emprego.

É importante deixar de lado a antiga imagem dos avós, já pouco ativos, com a dentadura no copo na hora de dormir, e compreender que jovens e adultos em idade produtiva e idosos cheios de energia utilizam próteses e buscam se sentir atraentes, compreendidos e seguros para realizar todas as atividades de sua rotina – trabalhar, namorar, ir a festas, almoçar com os amigos.

O diálogo em casa, com os especialistas dentistas e a sociedade é a melhor forma para normalizar a condição, trocar informações valiosas, buscar próteses e produtos que possam contribuir para uma vida absolutamente normal.

Corega possui uma linha completa de produtos para o cuidado com a prótese. Os cremes fixadores de dentadura bloqueiam em até 74% das partículas de comida, formando uma barreira entre a gengiva e a prótese, e têm até 12 horas de fixação. A linha de limpadores mata 99,9% das bactérias que causam mau hálito, deixando a dentadura mais limpa, brilhante e refrescante. Experimente a segurança de Corega por até 7 dias grátis. Peça sua amostra em www.corega.com.br.

Este artigo é um oferecimento de Corega.

1 IBOPE 2017