POLÍTICA
27/08/2018 01:08 -03 | Atualizado 27/08/2018 01:08 -03

As propostas de José Maria Eymael para o desemprego no Brasil

Candidato da Democracia Cristã concorrerá pela 5ª vez em um pleito para Presidência da República.

Divulgação
José Maria Eymael concorrerá à Presidência pela 5ª vez desde 1998.

José Maria Eymael, candidato da Democracia Cristã à Presidência da República nas eleições gerais do próximo dia 7 de outubro, participará pela 5ª vez da corrida para tentar ocupar o principal cargo político do Brasil.

Eymael, fundador do PSDC que hoje é DC, foi candidato nas eleições presidenciais de 1998, 2006, 2010 e 2014, mas sempre sem muito destaque.

O maior número de votos que recebeu foi justamente em sua primeira tentativa de ser presidente: 171.827, equivalentes, à época, a 0,25% dos votos válidos.

Deputado federal por dois mandatos consecutivos — 1986 a 1995, o democrata cristão foi um dos parlamentares constituintes, ou seja, além do mandato tradicional após a eleição de 1986, também participou da criação da Constituição de 1988.

Em sua 5ª tentativa de chegar à Presidência da República, José Maria Eymael elaborou um plano de governo com 27 tópicos. Apesar de não ter nenhum direcionado especialmente para desemprego no País, o candidato cita o que pretende fazer para combater o alarmante número de pessoas sem trabalho no Brasil atualmente – na casa dos 13 milhões.

Veja abaixo as propostas retiradas de seu plano de governo, batizado de Diretrizes Gerais de Governo para Construir um Novo e Melhor Brasil e publicado no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Construção civil e empreendedorismo

A formulação e aplicação de política econômica orientada para o desenvolvimento e geração de empregos inclui as seguintes ações:

  • Incentivar a construção civil, através de política tributária específica e políticas de desenvolvimento urbano e saneamento básico;
  • Elaborar política oficial de apoio ao empreendedorismo e incentivo para a criação e desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas;
  • Incentivar a formação de mão de obra por meio de cursos profissionalizantes, inclusive de curto prazo;
  • Gerenciar de forma eficaz os gastos públicos, possibilitando novos investimentos do governo federal em obras públicas prioritárias e de alcance social, sem prejuízo das obras já em andamento;
  • Estimular a instalação de Pólos de Desenvolvimento, em parceria com Governos Estaduais.
  • Apoiar e incentivar o turismo, inclusive o turismo de negócios;
  • Valorizar o agronegócio e apoiá-lo com ações de governo específicas, valorizando e apoiando ao mesmo tempo os pequenos e médios produtores rurais.