POLÍTICA
04/08/2018 18:11 -03 | Atualizado 04/08/2018 18:11 -03

Amoêdo, do Novo, diz querer ser um servidor público para lutar contra privilégios

Empresário foi oficializado candidato do Novo à Presidência neste sábado (4).

Bloomberg/Getty Images

O empresário João Amoêdo foi oficializado em convenção neste sábado (4) candidato do Novo à Presidência da República. No seu primeiro discurso já como candidato, o empresário sinalizou que pretende, se eleito, fazer uma mudança no sistema político brasileiro.

"Eu entendo que o sistema que está lá não foi feito para facilitar a vida do brasileiro. A missão é outra, é mudar o sistema", diz.

Ele enfatizou que o desafio não é só eleição. "Começa na eleição, nosso desafio é mudar o Brasil, queremos morar aqui, mas tem sido muito maltratado. Meu sonho é melhorara vida de todos os brasileiros, com oportunidades para todos e não privilégios para alguns, que é o que a gente tem hoje."

Ele disse ainda que quer ser um servidor público não para atender os pedidos de alguns poucos. "Quero ser um servidor de todos os brasileiros, especialmente dos mais humildes, que mais precisam, que vem sendo enganados."

O vice de Amoêdo é professor universitário Christian Lohbauer, também filiado ao Novo.

Em entrevista ao HuffPost Brasil em dezembro do ano passado, Amoêdo destacou que o foco da candidatura é nas contas do País.

"É a economia que faz as pessoas terem uma escola ruim, não ter um plano de saúde. As pessoas sentem o impacto da economia no dia a dia, isso que a gente vai mostrar", disse.

Junto com o foco no crescimento do País, Amoêdo diz pronto para combater os privilégios. Para ele, isso se faz diminuindo a influência do Estado.

Em relação aos temas sociais, ele explicou que o Novo defende liberdades com responsabilidade.

"A gente adotou a pauta liberal mais relacionada à economia e quanto as outras pautas comportamentais, a gente tem dito que o candidato do Novo tem total liberdade para definir a agenda deles. Questões como aborto, teremos candidatos favoráveis e contrários. Na parte de drogas, a mesma coisa", afirmou.