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16/06/2018 08:52 -03 | Atualizado 16/06/2018 09:00 -03

VAR marca pênalti para a França em momento histórico na Copa da Rússia

Uruguaio Andres Silva usou ajuda eletrônica para confirmar infração contra a Austrália.

Andres Cunha observa o monitor de vídeo para, na sequência, reverter sua decisão e marcar pênalti a favor da França.
John Sibley / Reuters
Andres Cunha observa o monitor de vídeo para, na sequência, reverter sua decisão e marcar pênalti a favor da França.

O jogo entre França e Austrália, que abriu o terceiro dia de Copa da Rússia neste sábado (16), entrou para a História dos Mundiais por causa de um lance ocorrido aos 11 minutos do segundo tempo.

Em uma jogada envolvendo o atacante Antoine Griezmann, da França, e o australiano Josh Risdon, o europeu caiu na área e pediu pênalti, mas o juiz uruguaio Andres Cunha mandou a jogada prosseguir.

Segundos depois, alertado pelo árbitro de vídeo (VAR, abreviação de vídeo assistant referee), Cunha analisou rapidamente as imagens e reviu sua decisão, anotando a infração e permitindo ao próprio Griezmann a chance de entrar para a história das Copas do Mundo.

O artilheiro do Atlético de Madri não perdeu a oportunidade e converteu a cobrança, se tornando o primeiro jogador do planeta a marcar um gol em Copas graças ao auxílio do VAR, que está sendo usado pela primeira em Mundiais.

A festa francesa durou pouco tempo, pois, logo na sequência, o zagueiro Umtiti colocou a mão na bola dentro da área e a arbitragem, desta vez sem o auxílio do VAR, assinalou uma nova penalidade, convertida por Jedinak: 1 a 1.

Mais confusão

No finzinho do jogo, mais confusão. Pogba deu um toque por cima do goleiro, a bola bateu no travessão e caiu próxima à linha do gol.

Alertado novamente pela tecnologia, essa mais antiga, que emite um sinal do chip que está na bola para o seu relógio, o árbitro confirmou que a bola ultrapassou a linha do gol e assegurou a alegria francesa, que abriu o sábado com vitória na estreia.