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16/06/2018 09:00 -03 | Atualizado 16/06/2018 09:01 -03

Os favoritos da Copa da Rússia: Brasil, Alemanha, França e Espanha são os mais preparados

Além do quarteto, Argentina e Portugal podem surpreender, embaladas por Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

Gabriel Jesus é principal esperança de gols e, por isso, vestirá a camisa 9 do Brasil na Copa.
Heinz-Peter Bader / Reuters
Gabriel Jesus é principal esperança de gols e, por isso, vestirá a camisa 9 do Brasil na Copa.

A Copa da Rússia começou para valer nesta semana com o duelo entre os anfitriões e a Arábia Saudita, mas, apesar da goleada russa e da força da torcida local, dificilmente o time de Putin chegará muito longe na competição.

Na visão da crônica especializada, os quatro principais favoritos à conquista do título antes mesmo de entrar em campo são: Espanha, Alemanha, França e, claro, a Seleção Brasileira.

Enumeramos, abaixo, os principais pontos fortes de cada uma das principais candidatas ao título para ver se, de fato, o quarteto é tão assustador assim.

Leonhard Foeger / Reuters
Neymar, Gabriel Jesus e Paulinho são armas importantes da Seleção Brasileira na luta pelo hexa.

Brasil

Recuperou a auto-estima, a confiança e o bom futebol desde que o técnico Tite assumiu o comando da equipe. A solidez defensiva, que sofreu gols somente em 5 dos 21 jogos nas mãos do treinador gaúcho, dá ao torcedor bastante tranquilidade. Do meio para a frente, o 'quadrado mágico' da Seleção Brasileira, formado por Willian, Gabriel Jesus, Philippe Coutinho e Neymar, tem feito o brasileiro sonhar acordado com a taça do hexa com ótimas atuações – Croácia e Áustria que o digam.

Bongarts/Getty Images
Força do grupo alemão, que manteve a base da equipe campeã em 2014, coloca seleção no grupo das favoritas.

Alemanha

A Alemanhamanteve boa parte da base campeã no Brasil em 2014 – a geração dos 7 a 1 – e mesclou, no grupo dos 23 convocados, novos talentos, como Draxler e Timo Werner. É novamente favorita, e provou isso com a conquista da Copa das Confederações, evento preparatório para o Mundial, no ano passado.

AFP/Getty Images
Seleção espanhola, a tradicional Fúria, é vista como potência na briga pelo título na Copa da Rússia.

Espanha

A confusão que culminou com a inesperada saída de Julen Lopetegui a poucos dias da estreia – substituído por Fernando Hierro – pode atrapalhar um pouco os planos da Espanha, campeã do mundo na África do Sul, em 2010.

De qualquer forma, uma equipe que conta com craques renomados do quilate de Iniesta, Sérgio Ramos e Piqué, e com jovens talentos como Isco e Asensio, pode muito bem deixar os bastidores em segundo plano e buscar o bicampeonato.

O time só não venceu Portugal na estreia, sexta-feira (15), graças a Cristiano Ronaldo, que resolveu roubar a cena e marcar três gols no empate por 3 a 3.

AFP/Getty Images
O dono da bola: Kylian MBappe é o camisa 10 mais jovem da Copa e um dos mais talentosos, e pode levar a França à conquista do bicampeonato mundial.

França

A França, vice-campeã europeia de 2016, deu uma aula de futebol em amistoso recente contra a Itália – vitória por 3 a 1 – e cravou definitivamente sua posição de postulante ao título da Copa da Rússia.

Comandada por jovens como Mbappe, o mais novo camisa 10 da Copa 2018, e Dembélé, além dos talentosos Paul Pogba e Antoine Griezmann, a equipe dirigida por Didier Deschamps.

Agustin Marcarian / Reuters
A bola é sua, Messi. Camisa 10 tem o poder de desequilibrar, mas precisará da ajuda dos companheiros para transformar a Argentina em favorita.

Correndo por fora

Além do quarteto citado acima, outras duas seleções aparecem como possíveis postulantes ao caneco, mas um degrau abaixo das demais.

Argentina e Portugal não podem ser descartadas, mas dependem demasiadamente do talento de seus principais jogadores – Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, respectivamente.

Lucy Nicholson / Reuters
Cristiano Ronaldo é estrela solitária na constelação portuguesa e terá que fazer valer o rótulo de melhor do mundo se quiser ir longe na Copa.

Messi, pelo menos, tem outros jogadores de nível diferenciado ao seu lado, como Angel Dí Maria, mas o 'gajo', dono da camisa 7 portuguesa, terá que repetir o feito da Eurocopa 2016, quando levou sua seleção ao título do continente, em uma escala bem maior – e mais complicada – para sonhar com a taça na Rússia.