ENTRETENIMENTO
16/12/2017 14:57 -02 | Atualizado 18/12/2017 10:48 -02

8 motivos para você não perder 'Star Wars: Os Últimos Jedi' de jeito nenhum

Cada dia dos 2 anos de espera pelo 8º episódio valeu a pena. ✨

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Star Wars: Os Últimos Jedi (Star Wars: The Last Jedi, 2017).

O filme que vai fazer você ter vontade de sacudir no ar um sabre de luz após a sessão estreou na última quinta-feira (14): Star Wars: Os Últimos Jedi (Star Wars: The Last Jedi, 2017), o oitavo episódio da série criada por George Lucas.

Desta vez dirigido e escrito por Rian Johnson (Looper: Assassinos do Futuro, A Ponta de um Crime), o novo longa-metragem de Star Wars chega um ano após o elogiado Rogue One, e retoma o jogo do mesmo ponto no qual o sétimo episódio, O Despertar da Força (2015), o deixou.

O HuffPost Brasil já assistiu ao filme e, sem spoilers, quer te contar um pouco sobre ele — e por que deixar de vê-lo seria um sacrilégio.

1. Rey, Finn e Poe Dameron estão de volta!

Rey (Daisy Ridley) consegue localizar Luke Skywalker (Mark Hamill) no planeta Ahch-To, em busca de treinamento para tornar-se uma cavaleira Jedi e pedir para ele se juntar à Resistência, na luta contra a Primeira Ordem, o Estado fascista liderado pelo Supremo Líder Snoke (Andy Serkis, em performance de captura de movimentos) que continua a marchar em direção ao controle da galáxia.

Finn (John Boyega) se recupera dos ferimentos sofridos na batalha com Rey contra Kylo Ren (Adam Driver), Jedi do lado obscuro da Força e pupilo de Snoke, nos últimos minutos de O Despertar da Força. Ao acordar, ele se lança em uma empolgante missão com Rose (Kelly Marie Tran) para fazer algo muito importante pela Resistência.

Vê-los de volta é de aquecer o coração de qualquer um, como reencontrar um velho amigo.

2. É o último com a General Leia

Carrie Fisher nos deixou há quase um ano, em 27 de dezembro, e é impossível não se emocionar com sua presença luminosa em cada cena de Os Últimos Jedi. O filme nos dá a oportunidade de dizer adeus a ela — é o último que ela fez antes de morrer.

As aparições de Leia ganharam maior carga dramática após a morte de Fisher. A grandeza da General Leia Organa e da atriz por trás dela são equivalentes.

3. "Uma fagulha de esperança"

A Primeira Ordem cresce com força dos resquícios do Império sombrio e opressor do qual Darth Vader era o principal símbolo. Enquanto isso, Leia ainda busca por Luke, pois ela acredita que o Jedi é a única chance de impedir a Primeira Ordem de chegar ao poder.

A palavra "esperança" é repetida várias vezes no decorrer do filme. Muito do que acontece na história gira em torno desse conceito — é um sopro de alívio e estímulo ver Leia dizer para jamais desistir, mesmo com um movimento opressor e sinistro firme e forte.

4. Diversidade étnica e mulheres

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Se O Despertar da Força, além de passar no Teste de Bechdel, nos trouxe um filme de Star Wars protagonizado por uma mulher e um negro que são personagens incríveis, Os Últimos Jedi se aprofunda em seu caráter de inclusão étnica.

Um exemplo disso é a presença de Rose, vivida pela descendente de vietnamitas Kelly Marie Tran. A personagem tem função na trama e bastante tempo de tela, algo que dificilmente vemos com atores e atrizes asiáticos ou de ascendência asiática.

Além disso, Rey e Leia continuam a arrasar quando aparecem; a Vice-Almirante Holdo e Rose se juntam com louvor à galeria de personagens femininas de Star Wars que são complexas e têm forte presença.

5. A fotografia de Steve Yedlin

Reprodução

Parceiro profissional de longa data de Rian Johnson, Steve Yedlin traz no oitavo episódio imagens belas, detalhadas e impactantes. O vermelho opressivo usado em várias cenas — com certeza a cor mais frequente na paleta selecionada para o longa — é particularmente dramático e memorável.

Seria uma pena se Yedlin não receber uma indicação ao Oscar pelo trabalho.

6. O design de produção de Rick Heinrichs

Divulgação/Star Wars

Vencedor do Oscar por A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999), de Tim Burton, e responsável pela direção de arte de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) e Fargo: Uma Comédia de Erros (1996), Heinrichs revive a estética de Star Wars sabendo equilibrar o nostálgico da trilogia clássica e o novo, já que Os Últimos Jedi é, afinal de contas, um episódio inédito de Star Wars.

Heinrichs nos entregou o que é provavelmente o filme mais idiossincrático da franquia nesse sentido. Prepare-se para se impressionar com os sets.

7. Cinquenta tons de cinza

Se Star Wars tem como pilar principal a luta do bem contra o mal, Os Últimos Jedi problematiza as longínquas crenças da mitologia criada por George Lucas. O roteiro de Johnson entra em nuances dos conflitos políticos e, finalmente, traz à série zonas cinzentas no caráter de seus queridos personagens, como Luke Skywalker, Kylo Ren e Poe Dameron.

8. Os porgs

Eles são as mais novas criaturas adoráveis que Star Wars coloca em nossas vidas — e com certeza a melhor companhia que Luke Skywalker poderia ter em Ahch-To. Embora o Jedi não dê muita bola para os porgs, eles logo se enturmam com Chewbacca (Peter Mayhew e Joonas Suotamo). É uma bela (e peluda) amizade.

Agora você provavelmente está se perguntando por que esta matéria faz observações tão genéricas a respeito do longa. O motivo é simples: cada minuto de Os Últimos Jedi é como abrir um presente de Natal — então, quanto menos informação, melhor. Mas, se você for tão curioso assim, o trailer abaixo pode te ajudar a ter algumas pistas.

Só garantimos uma coisa a mais: prepare-se para emoções fortes.

Star Wars: Os Últimos Jedi entrou em cartaz na última quinta-feira (14). Tem 152 minutos de duração, classificação indicativa 12 anos e distribuição da Disney.

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