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07/11/2017 12:42 -02 | Atualizado 07/11/2017 13:58 -02

O trio improvável que pode se unir para conquistar a Presidência em 2018

Luciano Huck sonda Joaquim Barbosa e Marina Silva para vice nas eleições.

Luciano Huck queria Marina Silva, que queria Joaquim Barbosa, que diz não querer ninguém.
Montagem
Luciano Huck queria Marina Silva, que queria Joaquim Barbosa, que diz não querer ninguém.

O apresentador Luciano Huck está sondando Joaquim Barbosa para compor uma possível candidatura à Presidência da República, segundo a colunista da Folha e BandNews FM, Mônica Bergamo. O ex-presidente do STF, por sua vez, declara não estar interessado em pleitear cargos no Executivo, de acordo com a jornalista. O apresentador não se resigna e já estaria pensando em um plano B com Barbosa como ministro.

Mas parece que não é só em Barbosa que Huck está mirando. No domingo (5), a coluna Radar da revista Veja cantou uma bola inesperada: Marina Silva seria a vice dos sonhos de Huck. A ex-senadora já foi candidata a vice: antes da tragédia envolvendo Eduardo Campos, ela era a vice da chapa presidencial do PSB em 2014.

Para a próxima campanha eleitoral, Marina estuda ser cabeça de chapa e também estaria sondando Barbosa para a vice-presidência. Em junho, os dois se encontraram para conversar sobre o "delicado momento do Brasil", conforme a ex-senadora afirmou em entrevista ao HuffPost Brasil.

Fontes da Rede, no entanto, afirmaram que o encontro entre Marina e Barbosa visava à formação de uma chapa conjunta para disputar as eleições.

Diante de todas essas aproximações, é possível pensar em uma coalizão desse trio improvável para vir com força em 2018 e desbancar Lula e Bolsonaro, consolidados nos primeiros lugares das pesquisas?

Na última pesquisa do Ibope, sem Lula, Marina e Jair Bolsonaro ficam empatados com 15% cada e Huck vem na terceira posição, com 8%. Juntos, Huck e Marina poderiam desbancar Bolsonaro.

Com Lula na jogada, uma vitória seria mais difícil, se as eleições fossem hoje. Isso porque Marina e Huck conseguiriam apenas 13% dos votos, empatando com Bolsonaro e ficando mais de 20 pontos percentuais abaixo do ex-presidente.

Nenhum dos três é candidato oficial.

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