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26/02/2016 14:20 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:34 -02

Novo presidente da Fifa, Gianni Infantino, quer transparência dos dirigentes e maior presença feminina

Não deu zebra. Os dirigentes com direito ao voto na Fifa elegeram o suíço Gianni Infantino, secretário-geral da Uefa, como o sucessor de Joseph Blatter, dirigente que passa por uma série de acusações.

As principais propostas de Infantino são: maior transparência financeira e de salários dos dirigentes, aumento na participação das mulheres e limite de três mandatos presidenciais.

Além disso, ele também defende a ampliação no número de seleções participantes da Copa do Mundo, subindo de 32 para 40, e o repasse de US$ 1,2 bilhão (R$ 4,6 bilhões) da Fifa às federações espalhadas pelo planeta.

Para chegar ao cargo máximo do futebol internacional, Infantino contou com o apoio em massa da Uefa (com direito a 53 votos), da Conmebol (10 votos) e de parte da Concacaf (direito a 35 votos). Informações do Globoesporte.com dão conta de que a CBF votou no candidato vencedor.

Infantino não era o candidato oficial europeu. Após Michel Platini acabar obrigado a abandonar a corrida por suspeitas de corrupção. A missão é dura, já que boa parte dos líderes da Fifa acabaram presos ou afastados.

Advogado de profissão, Infantino reformou os contratos comerciais e de licenciamentos da Uefa. É dele o chamado Fair Play Financeiro (que exige que os clubes mantenham as obrigações financeiras em dia).

No primeiro turno de votação, Infantino conseguiu 88 votos, seguido de perto pelo controverso Salman Al Khalifa, apenas três votos atrás. O príncipe da Jordânia, Ali Bin Al-Hussein, teve 27 votos e Jérôme Champagne, ex-secretário-geral adjunto da Fifa, teve apenas 7 votos. No segundo turno, Al Khalifa manteve sua votação enquanto Infantino recebeu 115.

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