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12/02/2016 12:13 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:31 -02

Solução da PM para protestos da torcida do Corinthians foi a de sempre: cassetete

"Rede Globo, o Corinthians não é o seu quintal".

"Cadê a$ conta$ do e$tádio?"

Foram duas das faixas estendidas por corintianos na região tradicionalmente ocupada pela Gaviões da Fiel na Arena Corinthians, em Itaquera.

Bastou para que a polícia agisse com força.

Fizeram com que os torcedores abaixassem as faixas. Cassetetes, tumulto, correria. Uma das faixas foi tomada, torcedores mais exaltados foram retirados. Pouco depois, a situação voltou ao normal. E os corintianos estenderam novamente uma das faixas.

A velha truculência. A livre manifestação - ainda que possa gerar curiosidade o que traz a politização corintiana de momento - está garantida. Ou deveria estar.

O corintiano Guilherme em ação contra o Capivariano, pelo Campeonato Paulista

O Estatuto do Torcedor fala em proibição para quem ostente "cartazes, bandeiras, símbolos ou outros sinais com mensagens ofensivas, inclusive de caráter racista ou xenófobo".

Não é uma questão de transformar os torcedores organizados em donos de uma reputação ilibada. Foi a própria torcida corintiana quem "viralizou" o grito de "bicha" para os goleiros nos tiros de meta. Um ato deplorável e sem sentido.

Mas, no episódio da partida desta quinta-feira, ela nada fez senão o que deveria ser garantido para todos os brasileiros: protestar pacificamente sem ser reprimido.

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