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18/12/2015 17:17 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02

A Madre Teresa meio que não tinha coração

Wikimedia Commons

Antes de Carly Fiorina, antes dos vídeos falsos sobre o Planned Parenthood, havia Madre Teresa de Calcutá. Graças à propaganda da Igreja Católica, pensamos na freira como uma santa moderna, mas a história conta uma história diferente.

Os católicos ignoram essas alegações há várias gerações. Até hoje, a igreja e seus seguidores amam Madre Teresa de paixão: Cerca de 300 mil pessoas compareceram ao Vaticano para ver o Papa João Paulo II beatificá-la (o primeiro passo para transformar um morto em santo).

Antes de sua morte em 1997, a freira ganhou seu culto de seguidores abrindo 517 missões, muitas delas em Calcutá, a capital do Estado de Bengala Ocidental, na Índia; no entanto, alegações de corrupção financeira e médica caem sobre as missões de Teresa há pelos menos vinte anos. Serge Lerivée e Genevieve Chenard, do Departamento de Psicologia da Universidade de Montreal, e Carole Sénéchal da Universidade de Ottawa, publicaram um trabalho em 2012 detalhando os crimes de Teresa: quando médicos visitaram suas missões, eles descobriram que um terço dos pacientes ficava "deitado esperando a morte, sem receber tratamento apropriado".

O mesmo trabalho afirma que os médicos encontraram negligência e falta de alimentos e analgésicos, apesar de Teresa ter levantado milhões de dólares para a Igreja. A Slate também descobriu que, mesmo com todo o dinheiro conseguido por Teresa, suas missões parecem tão ruins agora como eram quando ela estava viva. (Durante a própria doença, Teresa ficou em clínicas da Califórnia, segundo a Slate.) As condições nas missões eram tão terríveis que as instalações foram comparadas uma vez a fotografias do "campo de concentração nazista Bergen-Belsen".

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