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11/12/2015 17:28 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:40 -02

'Direitos humanos não podem ser questões partidárias, de facções', diz Dilma

RENATO COSTA /FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

No momento em que a Câmara dos Deputados protagoniza os principais debates sobre direitos humanos, com pautas polêmicas, a presidente Dilma Rousseffdiz que a área não pode ser definida por questões partidárias.

Na entrega do Prêmio Direitos Humanos 2015, o principal da categoria, a mandatária afirmou:

“Direitos humanos não podem ser questões partidárias, de facções ou de posicionamentos políticos diferentes.”

A ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes, também defendeu avanços na defesa dos direitos humanos e disse que a sociedade não pode aceitar retrocessos.

“Não podemos aceitar manobras escusas que nos levem a qualquer tipo de retrocesso nos nossos direitos. Não aceitamos, e não aceitaremos, retroceder, vamos avançar com a liderança da nossa presidente.”

Conquistas

A presidente aproveitou para listar o que considera conquistas do governo na área de direitos humanos nos últimos anos, como a erradicação da fome e da pobreza, a inclusão de jovens negros nas universidades, a ampliação do acesso à saúde, as políticas para pessoas com deficiência e a melhoria na assistência a mulheres.

No entanto, segundo Dilma, para cada conquista, há um novo desafio, principalmente para combater a violência contra a juventude negra e para garantir o direito à terra a povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.

Polêmicas

Entre as principais pautas polêmicas debatidas pelo Congresso este ano estão a redução da maioridade penal, o estatuto da família e o projeto do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que dificulta o atendimento às vítimas de estupro.

(Com Agência Brasil)

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