MULHERES
04/12/2015 10:23 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:38 -02

15 fotos íntimas de mulheres na cama com seus métodos contraceptivos

Damon Dahlen

Ao longo dos últimos dez anos, usei cinco tipos diferentes de método contraceptivo: dois tipos de pílula, preservativos, pílula do dia seguinte e, mais recentemente, DIU.

Considerando que tenho apenas 28 anos, método contraceptivo é provavelmente algo que terei de pensar constantemente pelas próximas duas décadas, e não sou a única.

Ainda assim, a “saga” das mulheres em busca de um anticoncepcional que se adapte às suas vidas e organismos é algo que a maioria de nós raramente discute em profundidade.

Decidir como controlar a própria saúde reprodutiva envolve muitos fatores: acesso ao método contraceptivo, o lado financeiro, conveniência, ciclo menstrual, sensibilidade do corpo aos hormônios e/ou látex... e a lista é extensa.

Encontrar o método contraceptivo correto envolve muitos erros e acertos sobre o próprio corpo.

Assumir o controle sobre suas escolhas reprodutivas pode ser incrivelmente empoderador.

Também pode ser exaustivo saber que existem políticos que estão ativamente trabalhando para restringir o acesso ao método contraceptivo e depreciar mulheres que o utilizam. E são muitas mulheres.

De acordo com o Instituto Guttmacher, existem 43 milhões de mulheres nos Estados Unidos que são sexualmente ativas, mas não querem engravidar, segundo dados de 2015.

E, das mulheres entre 15 e 44 anos que tiveram relações sexuais, mais de 99% usaram pelo menos um método contraceptivo.

Cerca de 62% das mulheres em idade reprodutiva usam atualmente algum tipo de anticoncepcional.

E, embora o método contraceptivo seja usado na maioria das vezes para, óbvio, evitar a gravidez, muitas mulheres recorrem a ele para controlar dolorosas cólicas menstruais ou síndromes, como a do ovário policístico.

Quase toda mulher tem uma história sobre seu método contraceptivo, esteja ela usando a mesma pílula há 15 anos, ou tentado o adesivo anticoncepcional por um tempo e depois optado pelo método de coito interrompido (“ejacular fora”) e preservativos, ou não tenha relações sexuais e apenas use a pílula para controlar cólicas menstruais.

Ou talvez tenha colocado o DIU depois de ter filhos e agora esteja na menopausa. Essas são histórias que raramente ouvimos, mas que queremos explorar.

Começo contando minha história. Depois, pedimos para que mulheres permitissem que as fotografássemos em suas casas com o método contraceptivo utilizado por elas atualmente. Quatorze concordaram.

Fotos: Damon Dahlen

  • "Com o DIU, pela primeira vez sinto que tenho completo controle da minha saúde reprodutiva.”
    Damon Dahlen
    Comecei a usar pílula (Yaz) pela primeira vez aos 18 anos, quando morava no exterior. Também tinha enxaquecas crônicas aos 18, e essas enxaquecas pioravam principalmente perto da menstruação.

    Depois de um tempo, meu médico suspeitou que os hormônios da pílula poderiam estar agravando as enxaquecas, então mudei para a minipílula, que contém apenas progesterona, mas que causou outros efeitos colaterais.

    Aos 20, parei de tomar qualquer tipo de pílula, porque estava completamente exausta com tudo aquilo, e passei a usar apenas camisinha e a pílula do dia seguinte (muito raramente) até os 27.

    Então, comecei a ouvir cada vez mais mulheres comentando sobre o DIU que, por algum motivo, nunca foi recomendado para mim. Conversei com meu ginecologista e passei a usar o DIU

    Mirena há nove meses, que terá efeito por cinco anos. Meu seguro cobriu o custo, e tem sido ótimo. Com o DIU, pela primeira vez sinto que tenho completo controle da minha saúde reprodutiva. --Emma, 28
  • "Minha preocupação sobre o efeito [hormonal] do método contraceptivo era muito grande — então desisti da ideia e optei por preservativos.”
    Damon Dahlen
    Não uso nenhuma forma de método contraceptivo [hormonal] e nunca usei.

    À medida que fui ficando mais madura, amigas e colegas começaram a descrever os efeitos colaterais da pílula, que soavam muito desagradáveis para mim.

    Minha preocupação sobre o efeito [hormonal] do método contraceptivo era muito grande — então desisti da ideia e optei por preservativos.

    No entanto, como estou ficando mais velha, usar um método contraceptivo se tornou um pensamento frequente, mas fico tão preocupada que não sei por onde começar. --Lilly, 24
  • "Lembro-me de imediatamente sentir que algo não estava bem — me sentia mal-humorada, muito sensível e deprimida.”
    Damon Dahlen
    O primeiro anticoncepcional que usei foi o Yaz, quando tinha 18. Usava pílula e preservativos.

    Lembro-me de imediatamente sentir que algo não estava bem — me sentia mal-humorada, muito sensível e deprimida —, mas os médicos me disseram para esperar três meses e ver se me adaptava.

    Não me adaptei, então só voltei a tomar pílula alguns anos mais tarde. Depois disso, todas pílulas anticoncepcionais que tomei não afetaram meu humor, felizmente.

    Também tive de tomar a pílula do dia seguinte, que nunca é agradável. Não parece ser um problema, mas tomar a pílula todo santo dia, na mesma hora, pode ser complicado.

    Na maior parte dos dias não é um problema, mas houve vezes que me esqueci de levar a pílula em viagens de fim de semana e coisas desse tipo — e isso é o que tem de pior.
    Definitivamente dá uma sensação de poder ter (relativo) controle sobre minha fertilidade, mas pode ser um fardo às vezes quando toda a responsabilidade recai sobre mim, e não sobre meu parceiro.

    Dito isso, não sei se seria capaz de confiar que meu parceiro estaria tomando a pílula todo dia, então ainda bem que tenho controle sobre isso. --Rebecca, 26
  • "Ainda tomo a mesma pílula com a qual comecei.”
    Damon Dahlen
    Comecei a tomar a pílula Lutera aos 20 anos. As pílulas foram fornecidas pelo Centro de Serviços de Saúde do Estudante da minha faculdade.

    Ainda tomo a mesma pílula com a qual comecei, há quatro anos. Não tenho nenhum efeito colateral. Menstruei pela primeira vez aos 11, por isso tive cólicas realmente dolorosas por muito tempo e, desde que comecei a tomar pílula, não tenho mais. -- Caroline, 24
  • "É incrivelmente libertador finalmente confiar em meu corpo e estar em sintonia com os ritmos naturais do meu ciclo.”
    Damon Dahlen
    Comecei a tomar [a pílula anticoncepcional] Yaz aos 19, quando tive meu primeiro namorado, na faculdade. Funcionou, mas teve um preço.

    Com a pílula, meus ciclos menstruais, que antes eram normais, se tornaram irregulares e instáveis. Na mesma época, meu humor deu um mergulho e comecei a sentir mais ansiedade.

    Suspeitei que era por causa do Yaz, mas era difícil dizer porque muitas outras mudanças estavam acontecendo na minha vida naquele momento.

    Levou muito tempo para que eu tivesse coragem de parar de tomar a pílula de uma vez por todas. Ouvi histórias horríveis sobre transição hormonal, e duas tentativas fracassadas de deixar o Yaz provocaram espinhas e mudanças de humor tão fortes, que não tive outra opção a não ser voltar a tomar.

    No ano passado, decidi mergulhar de verdade e agora não tomo pílula há quase 11 meses. A diferença no meu ciclo (sem mencionar no meu humor) aconteceu da noite para o dia.

    Pela primeira vez, em quase sete anos, tenho ciclos regulares, me sinto saudável, mais positiva, e mais equilibrada como há muito tempo não me sentia. Para evitar a gravidez, eu e meu namorado usamos a tabelinha.

    Controlo meu ciclo usando um aplicativo do iPhone, e então usamos preservativo ou coito interrompido, dependendo se estou no período fértil ou não.

    Correndo o risco de soar muito natureba, é incrivelmente libertador finalmente confiar em meu corpo e estar em sintonia com os ritmos naturais do meu ciclo. --Carolyn, 26
  • "Mudei de pílula três ou quatro vezes por causa de efeitos colaterais.”
    Damon Dahlen
    Comecei a usar pílula anticoncepcional aos 19, quando estava morando no exterior, em Israel, porque tinha ciclos longos e cólicas horríveis.

    Desde então, mudei de pílula três ou quatro vezes por causa de efeitos colaterais: ganho de peso, cólicas, coisas desse tipo. Acabei suspendendo a pílula por um ano, e quando estava mais bem informada e havia conversado com mais mulheres sobre suas experiências, comecei a tomar uma pílula com uma dose menor de hormônios, o que foi ótimo.

    Depois que terminei a faculdade, não tinha mais seguro de saúde, e por isso aquela pílula não estava mais disponível, então comecei a tomar a versão genérica.

    Desde então troquei de pílula outras duas vezes — toda vez que troco de emprego e, portanto, de plano de saúde. --Adina, 27
  • "Juntamente com minha medicação antiansiedade, tem sido uma dádiva regular meu humor e minha saúde.”
    Damon Dahlen
    Comecei a tomar [a pílula anticoncepcional] Yaz quando era adolescente — talvez aos 18 ou 19. Não havia tido relações sexuais, mas sofria de dismenorreia desde o começo da adolescência —, quase desmaiava, tinha dores de estômago tão fortes que não podia ir à escola, tudo isso.

    Minha irmã e eu descobrimos que temos desequilíbrios hormonais, o que significa que nossos ciclos são particularmente difíceis, então pegamos a receita médica quase na mesma época.

    Estava tomando pílula há alguns anos quando minha irmã mais nova teve embolia pulmonar aos 18 anos. Foi um combinação de coisas sem sinais de alerta, mas um grande fator era que ela estava tomando pílula.

    Ficou hospitalizada por um tempo e quase morreu. Nunca vai poder voltar a tomar pílula. Foi uma das coisas mais assustadoras que aconteceram na minha família.

    Embora meu médico tenha dito que eu não corria risco de desenvolver o mesmo tipo de coágulo, deixei de tomar pílula em 2012 — de qualquer maneira, estava tomando esporadicamente, porque estava muito nervosa.

    Voltei a tomar pílula (desta vez, Lutera) em 2014: estou num relacionamento estável há dois anos, e estávamos usando preservativo, então fazia sentido. Mas minha maior vontade ainda era controlar minha dismenorreia.

    E agora a pílula é gratuita, graças ao [programa de saúde] Obamacare. Também comecei a lidar com minha ansiedade e depressão de forma mais ativa naquela época, e as pílulas anticoncepcionais realmente ajudaram no meu humor.

    Juntamente com minha medicação antiansiedade, tem sido uma dádiva regular meu humor e minha saúde: não preciso faltar no trabalho porque me sinto fraca ou com dor, ou ficar deitada devido ao estresse ou depressão por dias de vez em quando.

    Nesse sentido, me sinto melhor do que nunca (Minha pele também está ótima.) --Megan, 26
  • "Quem diria que a menopausa traria regalias?"
    Damon Dahlen
    Comecei a tomar pílula anticoncepcional aos 17, quando nosso médico de família perguntou se eu era sexualmente ativa. Continuei tomando pílula quando saí de casa para fazer faculdade e consegui obtê-la através da [organização] Planned Parenthood.

    Comecei a usar [as cápsulas] Norplant depois do nascimento de minhas duas filhas e pouco antes de mudar para a Arábia Saudita.

    Moramos lá por um ano por causa do trabalho do meu marido na época, e não tinha certeza se seria possível encontrar algum tipo de método contraceptivo.

    Agora não uso contraceptivo porque não posso mais ficar grávida. Quem diria que a menopausa traria regalias? --Melani, 54
  • "Liguei as trompas depois de ter meus filhos. Não tenho mais de me preocupar com o medo de ficar grávida, embora ainda precise usar a pílula para regular meu ciclo."
    Damon Dahlen
    Comecei a usar contraceptivo (um DIU) aos 21 anos. Acabei tendo de tirar o DIU por causa de sangramentos e dores.
    Depois daquilo, não usei mais anticoncepcional até os 23 anos, quando comecei a usar a pílula Yasmin. Foi basicamente para o controle hormonal e manter meu ciclo regular.

    Era muito estressante, porque tinha de lembrar constantemente de tomar a pílula e quando me esquecia então tinha o medo de ficar grávida. Não uso mais método contraceptivo porque “liguei as trompas” depois de ter meus filhos.
    Ligar as trompas é empoderador, porque não tenho mais de me preocupar com o medo de ficar grávida, embora ainda precise usar a pílula para regular meu ciclo.
    É um saco, mas não preciso mais me preocupar se não desce vez ou outra! --Esmeralda, 36
  • "Sinto-me forte ao saber que a pílula proporciona mais uma maneira de ter controle sobre MEU corpo.”
    Damon Dahlen
    Tinha 15 anos quando comecei a usar contraceptivo. Minha enfermeira Connie, na Carolina do Sul, tinha lido um estudo cujas conclusões apontavam que a pílula poderia ajudar a me livrar das minhas enxaquecas, e funcionou.

    O anticoncepcional literalmente salvou minha vida! Quando comecei a ter relações sexuais, minha mãe e eu decidimos que a melhor coisa era continuar com a pílula.

    Entre as lições de casa e uma vida social ativa, era bem difícil lembrar de tomar a pílula todos os dias. Mas não ter outra enxaqueca era minha motivação.

    Hoje, ainda tomo pílula e também uso preservativos. Sinto-me forte ao saber que a pílula proporciona mais uma maneira de ter controle sobre MEU corpo. --Dana, 30
  • "Agora percebo que luxo foi realmente ter sido capaz de planejar minha família de uma maneira que funcionou para nós.”
    Damon Dahlen
    Comecei a usar pílula, a Ortho Tri-Cyclen, aos 15 anos devido a cólicas menstruais horríveis. Minha mãe foi compreensiva e me ajudou a conseguir a pílula quando eu era adolescente, e pude continuar a obter a pílula através de médicos e da Planned Parenthood.

    Tomei a Ortho durante anos, até meu marido e eu começarmos a tentar ter um filho, quando eu tinha 27. Entre um filho e outro não usamos nenhum método e, depois que meu filho nasceu, coloquei o DIU Mirena.

    Meus ciclos depois dos meus dois filhos ficaram horrorosamente pesados e duravam vários dias. Minhas roupas mancharam e era muito cansativo.

    Com o Mirena, não tenho cólicas e mal posso dizer que tenho menstruação. Tem sido maravilhoso. Agora percebo que luxo foi realmente ter sido capaz de planejar minha família de uma maneira que funcionou para nós. Christina, 37
  • "Comecei a tomar pílula para melhorar minha qualidade de vida, não para prevenir a gravidez. Dez anos depois, tomo pílula para prevenir a gravidez e tenho de administrar cuidadosamente os efeitos c
    Damon Dahlen
    Comecei a usar a pílula anticoncepcional quando tinha 16 anos. Naquela época, me receitaram Yaz para mitigar os sintomas da síndrome de ovário policístico.

    Não tinha nenhum problema com o Yaz, adorava. Mas trazia um maior risco de desenvolver coágulos e, por volta dos 20 anos, vivia constantemente preocupada — estava convencida de que qualquer dor era sinal de um coágulo que colocava minha vida em risco.

    A ansiedade não valia a pena, e meu médico suspeitava que eu não tinha mais o desequilíbrio hormonal causado pela síndrome de ovário policístico, que requer uma pílula com mais estrogênio. Comecei a usar uma pílula com uma dose menor de hormônios há um ano.

    Definitivamente houve um período de ajuste. Tive algumas alterações de humor e flutuações de peso por cerca de seis meses. Mesmo passando a usar uma pílula com menos hormônios, comecei a sentir extrema ansiedade por volta do mesmo período todos os meses.

    Recentemente, descobri que isso é causado por uma mutação genética, que torna mais difícil para o meu corpo remover estrogênio e outros excessos de hormônio.

    O fato de tomar uma pílula com estrogênio todos os dias provavelmente não ajuda. Tomo vitaminas especiais para prevenir o acúmulo de hormônios e outros sintomas de ansiedade causados pelo problema genético.

    Também tomo aspirina para bebês quando viajo para reduzir o risco de coágulos. Comecei a tomar pílula para melhorar minha qualidade de vida, não para prevenir a gravidez.

    Dez anos depois, tomo pílula para prevenir a gravidez e tenho de administrar cuidadosamente os efeitos colaterais que podem afetar minha qualidade de vida.

    Estou pensando em mudar para um DIU com menos hormônios. Tenho muita sorte e sinto-me fortalecida por ter acesso à informação que me ajudou a fazer aquela escolha e os espaços seguros para discuti-la. --Amanda, 26
  • "Não estou usando nenhum tipo de contraceptivo porque estou tentando ficar grávida.”
    Damon Dahlen
    Comecei a usar contraceptivo (preservativo) aos 18. Mudei de método apenas uma vez na vida, para pílulas anticoncepcionais para regular meu ciclo menstrual.

    Quando meu ciclo menstrual foi normalizado, voltei aos preservativos. Ficava estressada no passado ao usar preservativo, porque tinha medo de que a camisinha estourasse no momento da relação — e diminui a paixão ter de parar aqueles 10-30 segundos para colocá-la.

    Não estou usando nenhum tipo de contraceptivo, porque estou tentando ficar grávida. Mesmo aos 41, espero ser mãe pela segunda vez. --Cathy, 41
  • "Nos primeiros anos quando estava tomando pílula, era uma contracepção apenas no nome — não estava tendo relações sexuais.”
    Damon Dahlen
    Comecei a usar pílula pela primeira vez quando tinha 20 anos. Passei o dia na enfermaria da faculdade porque sentia tanta dor de cólicas que nenhum analgésico estava ajudando, e passei horas paralisada e suando de dor.

    Meu pai autorizou que eu usasse pílula, como foi recomendado pelo médico, para controlar a dor. Nos primeiros anos quando estava tomando pílula, era uma contracepção apenas no nome — não estava tendo relações sexuais.

    Por um tempo meu seguro era coberto pela empresa do meu pai, uma entidade católica, então precisava ter a receita do médico dizendo que era para problemas menstruais. Quando consegui meu próprio seguro e a nova legislação reduziu o custo do refil praticamente a zero, foi ótimo.

    Depois de alguns anos, comecei a usar a versão genérica da Seasonique, porque meus ciclos mensais eram extremamente dolorosos, e agora está bem melhor.

    Quando comecei um relacionamento sério, já estava usando pílula. No começo, ficava constantemente com medo de estar grávida, ficando meses sem saber até que minha menstruação, de quatro vezes ao ano, descia.

    Além disso, não sou boa com agendas, então não me lembro de tomar sempre na mesma hora, o que me apavora.

    Pensei em tentar o DIU, mas ouvi falar que pode ser arriscado usar copos menstruais com DIU, e não vou abrir mão do meu copo [da marca] Diva! --Claire, 27
  • "A pílula me ajuda a desfrutar o sexo sem pensar nas repercussões.”
    Damon Dahlen
    Comecei a usar contraceptivo no meu segundo ano de faculdade, quando me tornei sexualmente ativa. Usei apenas preservativos até 2014.

    Agora uso uma pílula anticoncepcional de baixa dose [de estrogênio]. A camisinha funcionava, mas queria me certificar de que estava fazendo todo o possível para evitar a gravidez.

    Agora que estou em um relacionamento monogâmico de longo prazo, prefiro usar apenas contraceptivo oral. Fiz várias perguntas a amigas sobre as pílulas anticoncepcionais que elas estavam usando antes de perguntar minhas opções ao meu ginecologista.

    Estava mais preocupada com alterações de humor. Duas amigas recomendaram a Lo Loestrin, a qual estou usando agora há um ano.

    Lembrar de tomar a pílula todos os dias é o maior incômodo para mim. Sou grata que tenho um seguro que cobre as pílulas, e pedir refil é muito fácil.

    A pílula me ajuda a desfrutar o sexo sem pensar nas repercussões. Também permite ter controle sobre meu ciclo, o que adoro. --Joann, 27

Notas da Editora: (1) O DIU usado nas fotografias é uma amostra de DIU de cobre da marca ParaGard, fornecida pela Planned Parenthood. (2) Por razões de logística, uma das fotografias foi tirada no escritório do Huffington Post, e não no quarto de uma das entrevistadas.

Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

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