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01/12/2015 18:27 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:35 -02

Polícia identifica vítimas de tiroteio em clínica de aborto dos EUA

ASSOCIATED PRESS
Colorado Springs shooting suspect Robert Lewis Dear of North Carolina is seen in undated photos provided by the El Paso County Sheriff's Office. A gunman burst into a Planned Parenthood clinic Friday, Nov. 27, 2015 and opened fire, launching several gunbattles and an hourslong standoff with police as patients and staff took cover. By the time the shooter surrendered, at least three people were killed, including a police officer and at least nine others were wounded, authorities said. (El Paso County Sheriff's Office via AP)

A polícia americana identificou na noite deste domingo os dois civis que foram mortos a tiros em uma clínica de planejamento familiar no Colorado, Estados Unidos. Um deles é o DJ Ke'Arre Marcell Stewart, 29 anos, veterano da guerra no Iraque e pai de duas filhas. A outra vítima é a havaiana Jennifer Markovsky, 35 anos, que também tinha dois filhos. Ela estava no local no momento do ataque para dar apoio a uma amiga, segundo as autoridades.

Nesta sexta-feira, um homem armado invadiu um centro de planejamento familiar na cidade de Colorado Springs e abriu fogo contra os presentes. Um dos seis policiais que trocara tiros com o agressor, Gerrett Swasey, de 44 anos, também foi morto, e cinco pessoas que ficaram feridas continuam hospitalizadas.

O atirador foi identificado como Robert Lewis Dear, 57 anos, da Carolina do Norte. Ele se rendeu mais de cinco horas após ter invadido a clínica. Segundo a polícia, Dear possui alguns registros em sua ficha criminal, como de agressão à ex-mulher e crueldade com animais, mas nunca havia sido condenado. Vizinhos e parentes o descrevem como uma pessoa quieta, solitária e, algumas vezes, agressiva. Ele deve ser apresentado ao tribunal nesta segunda-feira.

Os centros de atendimento da Planned Parenthood, que oferecem serviços de planejamento familiar, saúde reprodutiva e aborto, são alvo de ativistas contrários ao aborto e recebem ameaças constantes. A polícia ainda investiga as motivações de Dear para ter cometido o crime. No entanto, depois de ser preso, ele teria feito uma suposta declaração antiaborto, gritando "chega de pedaços de bebês", segundo autoridades.

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