ENTRETENIMENTO
25/11/2015 14:15 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:34 -02

4 teorias de 'Procurando Nemo' que vão te deixar na expectativa para 'Procurando Dory'

A gente sabe que você está tão animado quanto nós para ver Procurando Dory (2016), a continuação de Procurando Nemo (2003).

Mas o esperado filme estreia no Brasil apenas em 16 de junho de 2016.

Então, para deixar você na expectativa, preparamos uma escavação submarina e levantamos quatro teorias de fãs que vão fazer você dizer "Peraí! O quê?!" e assistir ao filme novamente.

Elas são absurdas? Elas são plausíveis? Quem vai dizer.

Prepare sua mente para uma explosão. 💥

1. Nemo não existe.

Esta pode ser a teoria mais popular de todas: Nemo é parte da imaginação de Marlin.

No início do filme, uma barracuda ataca toda família de peixes-palhaço e o deixa inconsciente. Quando Marlin acorda, ele imagina que apenas um dos ovos sobreviveram à tragédia.

Além disso, ele dá ao filho o nome "Nemo", que em latim significa "homem nenhum" ou "ninguém".

darklighter5000, usuário do Reddit, explica como o filme pode ser uma metáfora da jornada de Marlin pelos cinco etapas do luto:

Negação: Ele não deixa seu filho ir à escola porque "não é seguro".

Raiva: Ele repreende seu filho por se aventurar além de seu controle.

Negociação: Marlin se junta a uma amiga de viagem com amnésia para ajudá-lo a encontrar Nemo.

Desespero: Marlin vê seu filho ir embora ralo abaixo.

Aceitação: Marlin aprende a se "desapegar" e deixar as coisas serem do jeito que elas são.

É o filme mais triste desde que morte da mãe do Bambi, se quiser saber.

2. Dory sofre de perda de memória porque testemunhou a morte de toda sua família quando jovem.

"Continue a nadar, continue a nadar, nadar, nadar. O que fazemos? Nós nadamos, nadamos."

Bem, isto explicaria um monte sobre nossa peixe azul predileta.

O usuário do Reddit shaigi1 acha que Dory viu o massacre de seus familiares quando jovem, o que a deixou mentalmente comprometida.

Como o pai dela estava morrendo, ele disse a ela, "continue a nadar" para salvar a vida de Dory.

Esforçando-se para se esquecer do acontecimento terrível, ela se perde no oceano e acaba sofrendo de perda de memória recente.

Isto também explica porque Dory é tão solidária e prestativa para Martin na jornada em busca de Nemo.

3. Procurando Nemo está conectado a Toy Story 3.

Segundo o Slate, todos os filmes da Pixar "contam a história secreta de um mundo onde uma garotinha de Monstros S.A. [de 2001] cresce para ser a bruxa idosa de Valente [de 2012]".

Isso significa que TODOS os personagens da Pixar vivem no mesmo universo.

Maluco, né? (E boa sorte ao tentar parar de ler as teorias mirabolantes na internet, se quiser pesquisar sobre isso.)

Esta teoria, em particular, sugere que os acontecimentos de Procurando Nemo acontecem paralelamente aos de Toy Story 3.

Os dois filmes estão conectados porque, em Toy Story 3, Molly, a irmã de Andy, aparece lê uma revista que tem na capa Darla Sherman, a garotinha de aparelho fixo de Procurando Nemo, que não envelheceu e tem a mesma aparência.

Lembre-se: Darla é sobrinha do dentista Philip Sherman, conhecida por matar peixes de estimação por acidente.

4. Martin estava em busca do filho para se reproduzir.

"Vai ficar tudo bem."

Na superfície, a história fala de um relacionamento sincero de pai e filho, mas a ciência (ou o Cracked) talvez sugira o oposto.

Uma colônia de peixes-palhaço é dominada por um macho e uma fêmea. Isso significa que, em Nemo, Marlin é o macho dominante e, Coral, esposa de Marlin, é a fêmea dominante.

Quando ela é removida do cenário, ele muda para ser a fêmea dominante. Você realmente leu isso: todos os peixes-palhaço nascem homens, mas possuem aparelhos reprodutores tanto femininos quanto masculinos.

No início do filme, Coral morre e os irmãos de Nemo são destruídos pela barracuda. Segundo esta lógica, Marin se torna a fêmea dominante e, o próximo peixe na "fila", Nemo, toma o posto de macho dominante.

Portanto, Marlin estava em busca de Nemo para que eles pudessem se reproduzir e construir sua colônia.

Ahn... Isso soa errado, de alguma forma.

Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

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