ENTRETENIMENTO
24/11/2015 11:27 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:32 -02

15 vezes em que Criolo provou ser o cara mais legal do rap brasileiro

Reprodução

Com três álbuns de inéditas - Ainda Há Tempo (2006), Nó Na Orelha (2011) e Convoque Seu Buda (2014) -, trabalhos em parceria com Emicida, Ivete Sangalo e Tom Zé, Kleber Cavalcante Gomes, o Criolo, é de longe um dos nomes mais importantes da presente safra do rap nacional.

Em plena turnê de divulgação do último álbum de estúdio, o artista paulistano segue com apresentações pelo Brasil e também no exterior. Aproveitando a série de shows do rapper e também na participação dentro do último clipe do conterrâneo Rodrigo Ogi, HaHaHa, listamos 15 vezes em que Criolo provou ser o cara mais legal do rap brasileiro.

1. Quando ele usou este boné do desenho Hora de Aventura.

2. Conversou com Marcelo Camelo enquanto bebia toddynho.

3. E deu esta entrevista à extinta revista Bravo! ao lado da mãe, Maria Vilani.

– Tive uma ideia! Por que você não se matricula também?

– Eu?! Ficou maluco, Klebinho?

– Maluco nada! O que custa tentar?

– Bobagem… A moça não vai nem me ouvir.

4. Quando bateu de frente contra o preconceito.

“Eu respeito todas as opções das pessoas. Não vou rir, aí parece que é defeito o cara ser homossexual. Eu não sou homossexual e jamais vou usar como chacota esse termo”. Leia o texto completo

5. E comeu gaspacho com João Gordo.

6. Lembra quando ele cantou Tim Maia ao lado de Ivete Sangalo?

7. E fez todo mundo ficar com a letra de Não Existe Amor em SP na cabeça.

8. Em entrevista à Marília Gabriela, Criolo disse:

9. Quem nunca tentou encaixar todos os 'Ex' na letra de Grajauex.

10. E se emocionou com a participação dele no Esquenta, declamando Ainda Há Tempo

"As pessoas não são más

Elas só estão perdidas

Ainda há tempo"

11. Ou refletiu com esta entrevista do rapper ao lado da Monja Coen.

Monja Coen: Com 6 anos, antes de ler, aprendi duas poesias com minha mãe. Uma se chamava Moleque bacurau, sobre um menino negro que não tinha comida nem brinquedos. Foi a primeira reflexão sobre desigualdade social. A outra era O crime de hoje, sobre um menino jornaleiro que anunciava a manchete do dia sem saber que o criminoso era o pai, porque não sabia ler.

Criolo: É um príncipe esse menino. Príncipe do caos… Os dois textos são bem atuais.

Monja Coen: Faz 60 anos.

Criolo: E não mudou.

Monja Coen: Quase nada. Por isso que eu digo, vai demorar, mas vai chegar.

12. Até Chico Buarque gosta de Criolo.

13. E, principalmente, quando deu esta entrevista ao ator Lázaro Ramos.

14. Acabou virando meme.

"Alguém nos ajude, Lázaro"

15. E depois transformou tudo isso em música.

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