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15/11/2015 15:48 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:31 -02

Dois terroristas eram franceses e moravam em Bruxelas

JEWEL SAMAD via Getty Images
People display placards during a vigil to show solidarity with the citizens of France on November 14, 2015 in New York, a day after the Paris terrorist attacks. Islamic State jihadists claimed a series of coordinated attacks by gunmen and suicide bombers in Paris on November 13 that killed at least 129 people in scenes of carnage at a concert hall, restaurants and the national stadium. AFP PHOTO/JEWEL SAMAD (Photo credit should read JEWEL SAMAD/AFP/Getty Images)

A Procuradoria Federal da Bélgica confirmou hoje que dois dos autores dos atentados de Paris eram cidadãos franceses que residiam em Bruxelas e que dois automóveis utilizados nos ataques foram alugados na Bélgica.

A Procuradoria informou ainda que os dois homens morreram no local dos ataques.

Segundo o comunicado, “dois automóveis com matrícula belga”, encontrados pela polícia francesa em Paris, foram alugados “no início da semana na região de Bruxelas”.

De acordo com a Procuradoria, a operação policial iniciada no sábado, no bairro de Molenbeek, em Bruxelas, levou à detenção de sete pessoas, cujo envolvimento nos ataques de Paris está sendo investigado.

Os atentados de sexta-feira à noite em Paris, reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico, deixaram 129 mortos e 352 feridos.

Familiares na mira

Seis pessoas da família do francês Ismael Omar Mostefai – apontado como autor de um dos ataques ocorridos em Paris na última sexta-feira – foram detidos para interrogatório.

O pai, o irmão e a cunhada de Mostefai se encontram nas instalações da Subdireção Antiterrorista (SDAT), nos arredores de Paris.

A polícia francesa identificou ainda o carro usado por homens armados que fizeram vários disparos em frente a restaurantes em Paris. O carro preto modelo Seat foi encontrado em Montereuil, subúrbio da capital francesa.

Oito terroristas, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos para finalizar os atentados, morreram, segundo fontes policiais francesas.

A França decretou estado de emergência e restabeleceu o controle de fronteiras após os episódios que foram classificados pelo presidente francês, François Hollande, como “ataques terroristas sem precedentes no país”.

(Com informações da Agência Brasil e Reuters)

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