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01/10/2015 10:06 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02

Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Acrônimo e investiga pessoas ligadas a Fernando Pimentel

Bloomberg via Getty Images
Fernando Pimentel, minister of development for Brazil, listens during the 22nd Brazilian Steel Congress in Sao Paulo, Brazil, on Friday, June 3, 2011. Pimentel said he didn't see a need for further interest rate increases by Brazil's central bank. Photographer: Paulo Fridman/Bloomberg via Getty Images

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (1º) mais uma fase da Operação Acrônimo, que investiga irregularidades de campanha e suposto recebimento de propina pelo governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT-MG), quando ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Os agentes fazem buscas em endereços de pessoas ligadas ao petista, entre elas o presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o também ex-ministro do Desenvolvimento Mauro Borges. Ele é amigo de Pimentel e seu apadrinhado político.

A PF cumpre cerca de 40 mandados de busca e apreensão em cidades como Belo Horizonte e em Brasília. A ação foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A Acrônimo, desencadeada inicialmente em maio, tem também como alvos a primeira-dama de Minas, Carolina Oliveira, e o empresário Benedito Rodrigues, colaborador de campanhas de Pimentel e suspeito de desviar recursos de contratos do governo federal com suas empresas.

Pimentel é investigado por receber vantagens indevidas de empresas que mantinham relações comerciais com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vinculado ao ministério do desenvolvimento, que ele comandou de 2011 a 2014.

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