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17/09/2015 10:57 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:40 -02

GM vai pagar US$900 mi para encerrar caso criminal sobre defeito em ignição, dizem fontes

NOVA YORK (Reuters) - A General Motors concordou em pagar 900 milhões de dólares e assinar um acordo para encerrar uma investigação do governo dos Estados Unidos sobre como lidou com um defeito na

ASSOCIATED PRESS
The company sign hangs over the tail of an unsold 2007 Cobalt coupe at a Chevrolet dealership in the southeast Denver suburb of Lone Tree, Colo., on Sunday, Feb. 25, 2007. General Motors Corp. said Thursday, March 1, 2007 its U.S. auto sales grew an unexpected 3.7 percent in February as stronger truck demand offset some weakness in its cars. (AP Photo/David Zalubowski)

A General Motors concordou em pagar 900 milhões de dólares e assinar um acordo para encerrar uma investigação do governo dos Estados Unidos sobre como lidou com um defeito na chave de ignição ligado a 124 mortes, disseram duas fontes à Reuters.

O acordo significa que a GM será acusada criminalmente de esconder o defeito dos órgãos reguladores e de ludibriar os consumidores, mas o caso não terá andamento até que a montadora cumpra os termos do acordo, disse uma das fontes.

Nenhum indivíduo será indiciado na ação criminal, disse uma das fontes.

O valor de 900 milhões de dólares é menor que os 1,2 bilhão de dólares que a Toyota Motor pagou para resolver um caso similar.

A GM não quis comentar. E as porta-vozes da procuradoria em Manhattan e Washington também não comentaram.

A expectativa é que o acordo seja anunciado na quinta-feira, disseram as fontes. Qualquer acordo deferido pela procuradoria precisa ser aprovado pela corte.

A GM também fez o recall de mais de 30 milhões de veículos na América do Norte em 2014 para consertar uma ampla gama de defeitos.

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