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31/08/2015 11:47 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:32 -02

Geraldo Alckmin engrossa o tom para marcar posição como rival de Aécio Neves dentro do PSDB

Montagem/Estadão Conteúdo

A queda de braço entre os dois presidenciáveis do PSDB para 2018 começou. Após meses de diplomacia, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, engrossou o tom com o PT — a mesma estratégia do senador Aécio Neves para se consolidar como opositor de primeira hora da presidente Dilma Rousseff.

No fim de semana, Alckmin chamou o PT de praga. E atribuiu ao partido todos os problemas do cenário econômico do País e da corrupção identificada pela Operação Lava Jato:

"O PT do desemprego, da inflação, dos juros pornográficos e dessa praga do desvio do dinheiro público", atacou.

De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, tucanos foram pegos de surpresa com essa declaração.

A intenção do ataque de Alckmin seria "arrefecer as críticas de que ele se mantém em cima do muro sobre o governo federal", informa a colunista Vera Magalhães.

Se essa nova postura de Alckmin se mantiver, Aécio terá que dividir com ele o papel de porta-voz da oposição.

Por isso, a briga pela vaga do PSDB para concorrer à Presidência da República deverá ficar mais acirrada nos próximos três anos.

Para Magalhães, no entanto, o governador não deve repetir as críticas, já que São Paulo precisa dos recursos repassados pela União.

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