Revista crê em mulheres no comando do bilionário mercado da maconha legalizada nos EUA

“Parece adequado que uma planta chamada de Mary Jane (Maria Joana, Marijuana) possa derrubar o patriarcado. Além de tudo, apenas as flores fêmeas da maconha produzem canabinoides como o THC que deixa usuários afetados”.

A reportagem especial e capa da Newsweek, como se viu aí no parágrafo anterior, quer chamar a atenção para possibilidade do mercado bilionário da maconha legal nos Estados Unidos se tornar uma exceção no tradicional patriarcado empresarial.

Para ilustrar a história de sucesso das empresárias da maconha, a revista digital conta, entre outras histórias, a curiosa trajetória de Greta Carter, no estado de Washington, um dos quatro territórios americanos a legalizar o uso recreativo da droga. Greta foi vice-presidente do Citibank por anos, mas deixou as atividades bancárias para trás para se dedicar ao novo e promissor mercado. Ela é uma das fundadoras e a presidente do Cannabis Training Institute (CTI). Greta foi uma das 2.480 pessoas a conseguir a licença para o plantio em 2012. É dela uma das maiores propriedades para este fim em todo o estado.

Apesar de ainda não estar legalizada no âmbito federal, a maconha é uma das indústrias com o crescimento mais rápido do país. A erva legalizada (medicinal e recreativa) gerou US$ 2,7 bilhões em receitas em todo o país em 2014, ante US$ 1,5 bilhão em 201. Em 2019, segundo estimativas do ArcView Market Research, de Oakland, na Califórnia, o mercado deverá chegar a US$ 11 bilhões anuais. E, como aposta a Newsweek, com as mulheres no comando.

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