COMPORTAMENTO
27/07/2015 21:42 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02

Paul Krugman, Nobel de Economia, criou uma teoria (meio doida) sobre os hipsters

O vencedor do Prêmio Nobel de economia em 2008, Paul Krugman, esteve num show em Prospect Park, no Brooklin, em Nova York, neste final de semana.

Como boa parte das pessoas que pisam lá, ele também foi curtir um som. Mas, como o próprio Krugman mesmo diz em sua coluna no The New York Times de ontem, não conseguiu desligar seu radar econômico.

Qual seria então o objeto de estudo do premiado economista numa noite de sábado em pleno Brooklin? Os hipsters, logicamente.

“Estou perfeitamente ‘ok’ com topetes e tatuagens. Mas, obviamente, muitos empregadores não estão. Então onde é que todas essas pessoas trabalham? Eles não podem ser todos baristas ...”

E ele segue:

“Provavelmente não é uma observação original, mas certamente um objetivo principal do estilo pessoal é deixar claro que não fazem parte do mundo do cotidiano burguês. Que - ele ou ela - não trabalham num escritório das 9h às 17h durante a semana e usam roupas da moda aos finais de semana”.

Na visão de Krugman, os hipsters trocaram a ostentação pelo crédito entre os amigos indies. Tatuagens, roupas de brechô, máquinas de escrever e demais assessórios teriam o papel de negar a participação num mundo, digamos, mais comum e institucional.

E aí, hipsters. Faz algum sentido?

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS: