MUNDO
04/06/2015 15:48 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:19 -02

HSBC pagará US$ 43 mi em acordo na Suíça para encerrar investigação de lavagem de dinheiro

Por Joshua Franklin e Stephanie Nebehay ZURIQUE/GENEBRA  (Reuters) - O HSBC informou nesta quinta-feira que concordou em pagar às autoridade em Genebra 40 milhões de francos suíços (43 milhões de

ASSOCIATED PRESS
The logo of British bank HSBC is visible on the facade of HSBC France headquarters on the Champs Elysees in Paris, Monday Feb. 9, 2015. French prime minister Manuel Valls reacted Monday after details of some 30,000 accounts with $120 billion of assets were analyzed by the French daily Le Monde, The Guardian in Britain, the BBC and the Washington-based Consortium of Investigative Journalists. (AP Photo/Remy de la Mauviniere)

Por Joshua Franklin e Stephanie Nebehay

ZURIQUE/GENEBRA  (Reuters) - O HSBC informou nesta quinta-feira que concordou em pagar às autoridade em Genebra 40 milhões de francos suíços (R$ 134,5 milhões) para chegar a um acordo sobre uma investigação de alegações de lavagem de dinheiro no seu banco privado suíço.

O banco disse em um comunicado que o pagamento é para compensar as autoridades por falhas organizacionais do passado e que nenhuma acusação criminal seria apresentada.

Em fevereiro, o Ministério Público de Genebra revistou os escritórios suíços do HSBC como parte de sua investigação.

A unidade suíça do HSBC tem sido o centro das atenções desde que um ex-funcionário da área de tecnologia, Hervé Falciani, fugiu de Genebra em 2008 com arquivos que supostamente mostravam evidências de sonegação de impostos de clientes.

Os arquivos vazaram para a mídia e foram publicados no início deste ano, arrastando o maior banco da Europa para a mira dos órgãos reguladores. A instituição é alvo de investigação das autoridades norte-americanas e francesas, entre outras.

O HSBC pediu desculpas aos clientes e investidores sobre as falhas anteriores em seus negócios suíços e disse que a operação já foi revista.

A Instituição afirmou que o procurador de Genebra reconheceu o progresso que o banco fez nos últimos anos.