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03/06/2015 22:11 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:19 -02

O Estado Islâmico está longe de ser uma potência cibernética

www.bbc.com/news/world-middle-east-28896346CNN:edition.cnn.com/2014/08/22/world/meast/mideast-crisis/ind..." data-caption="Gaza today vs. Iraq a few days ago. BBC:www.bbc.com/news/world-middle-east-28896346CNN:edition.cnn.com/2014/08/22/world/meast/mideast-crisis/ind..." data-credit="Or Hiltch/FIickr">

Na semana passada, hackers que afirmam serem ligados ao grupo extremista Estado Islâmico divulgaram um vídeo no estilão do Anonymous em que fazem ameaças vagas de “guerra eletrônica” contra a Europa e EUA.

Não há qualquer prova de que o vídeo seja mesmo da agremiação. Também não há evidência de que o grupo conhecido como ISIS tenha a capacidade de fazer qualquer coisa prejudicial na rede além de invadir contas no Twitter ou sites de mídia aleatórios com seus “ataques cibernéticos”.

Ainda assim, vivenciamos grande hype em torno do poderio digital do ISIS. No domingo, o The Hill escreveu que o grupo estava se preparando para a “guerra cibernética” e uma “cruzada digital total”. O motivo para a matéria foi que um pessoal metido a ISIS conseguiu ‘hackear’ os veículos de mídia mais uma vez.

“Eles divulgam um vídeo escroto em que afirmam fazer coisas que não fazem — e não importa o quê ou como, reagimos de modo desproporcional”, declarou ao Motherboard Peter W. Singer, escritor e especialista em segurança cibernética.

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