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02/06/2015 10:55 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:19 -02

Motorista do Uber é preso em Nova Délhi acusado de assédio sexual

TENGKU BAHAR via Getty Images
The Uber smartphone app, used to book taxis using its service, is pictured over a parking lot as auto-rickshaws (background) ply a road in the Indian capital New Delhi on December 7, 2014. An Uber taxi driver allegedly raped a 25-year-old passenger in the Indian capital before threatening to kill her, police said December 7, in a blow to the company's safety-conscious image. AFP PHOTO/TENGKU BAHAR (Photo credit should read TENGKU BAHAR/AFP/Getty Images)

Um motorista da empresa online de táxis Uber Technologies, sediada nos Estados Unidos, foi preso perto de Nova Dhéli nesta terça-feira (2), de acordo com a polícia, após ser acusado de assédio sexual por uma passageira que contratou seu serviço no fim de semana.

O Uber foi banido em Nova Délhi em dezembro após outra passageira acusar um dos motoristas da empresa de estupro. A companhia voltou com seus serviços em janeiro, após se candidatar para a uma licença de rádio táxi, que ainda não foi concedida.

A acusação mais recente veio à tona nas mídias sociais no domingo, quando o irmão da mulher, Ankush Pathania, publicou uma foto da resposta do Uber à reclamação e pediu que a companhia tomasse ação. A queixa policial foi registrada na segunda-feira (1).

"O motorista foi preso após investigação inicial", disse uma autoridade policial em Gurgaon, cidade próxima a Nova Délhi. "Ele está sob custódia da polícia e estamos interrogando", acrescentou.

A irmã de Pathania, uma dançarina profissional de 21 anos, disse à Reuters por telefone que o motorista beijou sua mão após deixá-la no destino. Ela correu quando o motorista tentou beijá-la na boca.

A lei indiana geralmente proíbe a identificação de vítimas de crimes sexuais. A lei tem intenção de proteger a privacidade das vítimas e mantê-las longe da mídia, em um país onde o estigma social relacionado a tais crimes pode ser devastador.