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26/03/2015 16:05 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:43 -02

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, minimiza polêmicas do projeto que regulamenta a terceirização

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Com ou sem acordo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), está decidido a colocar na pauta do próximo dia 7 o projeto que regulamenta a terceirização de funcionários no País. Cunha minimiza as polêmicas em torno do texto. Para ele, "todo mundo está brigando por dinheiro".

O peemedebista explicou que não tem segurança se há consenso com relação ao texto final, mas disse acreditar que o resultado poderá ser acertado na hora da votação. Segundo ele, há uma divergência sobre o destino da contribuição sindical.

"As centrais sindicais querem que fique para o sindicato da empresa prepoderante e outros defendem que vá para o sindicato daqueles que estão fazendo a terceirização."

Questionado sobre uma suposta queixa da CUT, que é contra a terceirização da atividade fim, Cunha respondeu: "Não, essa polêmica disfarça a outra. Todo mundo está brigando mesmo ali é por dinheiro ".

O texto tem quatro pontos polêmicos:

- Se deve valer para todas as atividades;

- Se o funcionário poderá cobrar os direitos apenas da empresa que o contratou ou também da que ele presta serviço;

- Como fica o pagamento da contribuição sindical;

- Como será a terceirização no serviço público.