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17/02/2015 19:59 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:02 -02

Estado Islâmico queima 45 pessoas até a morte no Iraque

JM LOPEZ via Getty Images
A flag of the Islamic State (IS) is seen on the other side of a bridge at the frontline of fighting between Kurdish Peshmerga fighters and Islamist militants in Rashad, on the road between Kirkuk and Tikrit, on September 11, 2014. Ten Arab states, including heavyweight Saudi Arabia, agreed today in Jeddah to rally behind Washington in the fight against Islamic State jihadists, as it seeks to build an international coalition. AFP PHOTO/JM LOPEZ (Photo credit should read JM LOPEZ/AFP/Getty Images)

Quarenta e cinco pessoas foram queimadas vivas por integrantes do grupo extremista Estado Islâmico numa cidade iraquiana próxima a uma base área usada pelos Estados Unidos.

De acordo com o coronel Qasim al-Obeidi, da polícia local, a identidade das vítimas é desconhecida, mas há suspeita de que elas faziam parte das forças de segurança que atuavam na região. Na semana passada, jihadistas do EI tomaram al-Baghdadi, cidade próxima da base de Ain al-Asad. O acesso ao local é difícil e, por isso, as autoridades não têm como comprovar o massacre. Obeidi afirma, contudo, que um conjunto de casas de famílias das forças de segurança e de funcionários do governo local estava sob ataque nesta terça-feira (17).

A informação surge dois dias depois de outra ação relacionada ao EI, na Líbia. Um vídeo divulgado por militantes que afirmam lealdade ao grupo extremista mostrava a decapitação em massa de cristãos coptas mantidos reféns. As imagens mostravam 21 egípcios vestidos de laranja sendo conduzidos ao longo de uma praia, cada um acompanhado por um militante mascarado. Os homens foram obrigados a se ajoelharem e, em seguida, decapitados.

Em resposta à ação do domingo, a força aérea do Egito bombardeou alvos do EI na Líbia. Cairo declarou que a ofensiva da madrugada atingiu campos, locais de treinamento e áreas de armazenamento de armas do Estado Islâmico na Líbia. O comandante da força aérea líbia Saqer al-Joroushi disse que de 40 a 50 militantes foram mortos no ataque.

(Com Reuters)