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18/10/2014 14:34 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:35 -02

Aécio explora apoio de Marina e Dilma volta a contar com Lula no horário eleitoral deste sábado

CELSO JUNIOR / Estadão Conteúdo

A troca de farpas entre os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e a petista Dilma Rousseff, que busca a reeleição, (quase) cessou no programa eleitoral gratuito deste sábado (18).

Exceto pela parte final do programa do candidato tucano, onde algumas críticas à gestão de Dilma frente ao governo federal foram elencadas, o embate na televisão entre os dois postulantes ao Palácio do Planalto foi mais ameno, com propostas sendo apresentadas e feitos em gestões passadas sendo exaltadas. O destaque maior ficou pela aparição de Marina Silva no programa de Aécio e por mais um pedido de Lula por apoio à Dilma.

Aécio Neves foi o primeiro a aparecer na telinha desta vez. Após uma rápida inserção do apoio da família Campos ao senador mineiro, que tenta levar o PSDB ao poder depois de 12 anos, a propaganda da coligação Muda Brasil explorou o apoio de Marina Silva ao tucano, veiculando imagens do encontro entre os dois realizado nesta sexta-feira (17). "Não apoio um candidato e sim um projeto", afirmou Marina.

As palavras "mudança" e "transformação" foram proferidas diversas vezes nos dez minutos de propaganda do candidato do PSDB, que apresentou alguns dados positivos da gestão de Aécio frente ao governo de Minas Gerais. Por fim, para encerrar o programa, algumas críticas ao governo de Dilma na área econômica foram feitas, trazendo manchetes de jornais para ilustrar.

A propaganda de Dilma Rousseff, por sua vez, optou por não atacar o rival, focando exclusivamente o tempo disponível no Horário Eleitoral Gratuito na apresentação de propostas, buscando fortalecer na lembrança do eleitor alguns feitos dos governos petistas.

Realizações no campo da saúde, da educação e da mobilidade urbana foram expostas pela própria Dilma Rousseff. Antes de Lula entrar em cena, para pedir aos eleitores que dessem mais um voto de confiança para a presidente seguir no poder, dando, assim, continuidade nos programas de governo e fortalecendo as mudanças iniciadas por ele, em 2003, ainda deu tempo de Chico Buarque aparecer em cena, manifestando seu apoio à petista.