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28/07/2014 21:35 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:43 -02

De novo: Eduardo Campos e Marina Silva alegam que tiveram Twitter atacado por robôs

ALEX FALCãO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A equipe de campanha do candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB) e da vice Marina Silva comunicou que a conta dos dois no Twitter voltou a ser alvo do "ataque de robôs". Segundo a nota, que foi publicada nos perfis oficiais de Campos e Marina no Facebook e no Twitter, perfis falsos se registraram automaticamente e replicaram "perguntas recorrentes".

"Os robôs são facilmente identificáveis. Os perfis falsos, automatizados, geram um tráfego anormal e artificial, com o possível intuito de criar confusão", diz a nota.

Ainda de acordo com o texto, publicações na internet e na imprensa teriam veiculado a "informação falsa" de que as campanhas de Campos e Marina estariam inflando a quantidade de seguidores. "Este é o tipo de confusão que os responsáveis pelo ataque procuram criar."

Essa não é a primeira vez que Campos acusa opositores de ataques do gênero. Em abril deste ano, o peesebista também foi vítima do mesmo tipo de ataque nas redes sociais.

"Santander não deveria ser personificado crítica"

Eduardo Campos comentou nesta segunda-feira a carta enviada pelo banco Santander a correntistas sugerindo que a reeleição da presidente Dilma Rousseff levaria a uma piora da economia. "A análise do cenário econômico feita pelo banco foi correta, mas o documento não deveria ter personificado a crítica", disse Campos.

Mais cedo, o candidato do PSDB Aécio Nevesironizou a postura do PT e do governo da adversária. "O que o Santander fez foi explicitar o cenário atual da economia brasileira. Não adianta cobrar demissões porque teriam de demitir praticamente todos os analistas de todas as instituições financeiras", afirmou.

Em sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, portal UOL, SBT e rádio Jovem Pan, Dilma considerou "muito perigoso" especular em situações eleitorais e disse que é "inadmissível" qualquer interferência nesse sentido. Perguntada se o Santander havia feito essa interferência, respondeu: "A pessoa que escreveu a mensagem (do Santander) fez isso, sim, e é lamentável e inadmissível".