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23/07/2014 17:26 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:43 -02

O verdadeiro "Planeta dos Macacos" é uma ilha na Libéria

Estreia oficialmente na quinta-feira (24) o longa Planeta dos Macacos: O Confronto.

O filme é bastante aguardado pelo público. Exemplo disso é a arrecadação ao redor do mundo: nos 10 primeiros dias de exibição desde sua estreia nos EUA, em 11 de julho, o título arrecadou quase 252 milhões de dólares, de acordo com o Box Office Mojo.

Dirigido por Matt Reeves, co-criador da série Felicity, o longa também tem agradado críticos. No Rotten Tomatoes, 91% dos jornalistas especializados em cinema escreveram resenhas positivas, com nota média de 7,8/10; no Metacritic, a nota média dos 48 críticos é 79/100.

O filme se passa dez anos depois de seu antecessor, Planeta dos Macacos: A Origem. Liderados por César, os macacos vivem na floresta próxima a San Francisco, onde mantêm uma comunidade colaborativa. São felizes, ao contrário dos humanos, que vivem uma grave epidemia causada por um vírus criado em laboratório. Quando se veem diante de uma catástrofe, alguns humanos resolvem atacar os macacos para usá-los como cobaia na busca por uma vacina.

A forma como macacos e humanos se relacionam (e se aniquilam) não é apenas um argumento de ficção. O site Motherboard publicou (hoje em português, no dia 2 de julho em inglês) um documentário chocante sobre a Ilha dos Macacos.

De acordo com a apresentação no site, trata-se de "uma área habitada apenas por chimpanzés que um dia foram usados como cobaias de laboratório, mas sobreviveram às doenças e a duas guerras civis."

Durante anos, a equipe do Instituto de Pesquisa Biomédica da Libéria — Vilab II, mantido pelo Hemocentro de Nova York, usou chimpanzés como cobaias para experimentos relacionados a doenças como a hepatite. "O laboratório foi fechado em meados dos anos 2000 após a crescente pressão de ativistas que advocavam contra o uso de chimpanzés em pesquisas", aponta o texto no Motherboard. "Agora, os macacos de laboratório vivem em uma série de pequenas ilhas usadas para que eles vivam em paz até o fim."

Vale a sua atenção.