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19/02/2014 15:18 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:04 -02

Dilma garante segurança durante a Copa do Mundo

ASSOCIATED PRESS
Brazil's President Dilma Rousseff attends a session of the CELAC Summit in Havana, Cuba, Tuesday, Jan. 28, 2014. Leaders from Latin America and the Caribbean are in Cuba to talk about poverty, inequality and hunger at the summit of the Community of Latin American and Caribbean States, or CELAC. (AP Photo/Cubadebate, Ismael Francisco)

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira, 19, durante entrevista a rádios de Alagoas, no Palácio da Alvorada, em Brasília, que o governo planeja medidas que vão reforçar a segurança nas cidades-sede da Copa do Mundo. "Estaremos muito bem preparados para garantir segurança na Copa do Mundo", disse. "Temos certeza de que vamos fazer a Copa das Copas", ressaltou.

A presidente disse que será investido R$ 1,9 bilhão para a segurança durante o evento, que deixará um legado permanente às cidades que sediarão o Mundial. Ela admitiu a possibilidade de, se necessário, acionar as Forças Armadas.

Em relação a possíveis manifestações, Dilma defendeu a realização de protestos, já que a Constituição garante a liberdade de manifestação, mas condenou atos de vandalismo e o anonimato. "Repudio completamente o uso da violência em manifestações. E acho inadmissível em um país democrático o uso da violência. Pessoas que usam a violência e escondem o rosto não são democratas", afirmou. "Estamos trabalhando numa legislação para coibir atos de vandalismo."

Para a presidente, democratas são aqueles que exercem pacificamente seus direitos e a liberdade de questionar, propor, exigir mudanças."