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28/01/2014 16:13 -02 | Atualizado 26/01/2017 20:50 -02

Alckmin, sobre protestos: "coibiremos depredações"

Demonstrators walk during a protest demanding the resignation of Sao Paulo's governor, Geraldo Alckmin, and the demilitarization of the police, on August 6, 2013 in Sao Paulo.   AFP PHOTO / NELSON ALMEIDA        (Photo credit should read NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)
AFP via Getty Images
Demonstrators walk during a protest demanding the resignation of Sao Paulo's governor, Geraldo Alckmin, and the demilitarization of the police, on August 6, 2013 in Sao Paulo. AFP PHOTO / NELSON ALMEIDA (Photo credit should read NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira, 28, que seu governo trabalhará sempre para defender as manifestações populares, mas atuará para coibir depredações de patrimônios públicos e privados. "Lamentavelmente tivemos um incidente no fim de semana e estamos na torcida pela saúde do Fabrício (Proteus Nunes Fonseca Mendonça Chaves). Graças a Deus o estado de saúde dele é bom", disse Alckmin ao se referir a um manifestante baleado por policiais militares nos protestos do final de semana no centro de São Paulo.

"Mas vamos evitar depredações. O que tinha a ver aquele trabalhador que no dia do aniversário de São Paulo saiu para passear com a família e teve seu carro queimado?", questionou Alckmin. O governador fez as declarações em breve entrevista que concedeu à imprensa após ter acompanhado a chegada do "Megatatuzão" à estação Eucaliptos da Linha 5-Lilás do Metrô, na zona sul da capital paulista. O Megatatuzão, uma máquina projetada para escavar túneis nas obras do Metrô, partiu do Poço Bandeirantes no dia 11 de setembro do ano passado e percorreu 483 metros.

O túnel faz parte da extensão da Linha Lilás, entre o Largo Treze e a Chácara Klabin. A previsão do Metrô é de que o equipamento trabalhe 22 meses para concluir o túnel.